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Elo de amor: Saiba mais sobre a amamentação do recém-nascido

Leia nesse post sobre a importância da amamentação para a mamãe e o bebê e os cuidados necessários para que esta experiência seja a melhor possível!

A amamentação é um processo fundamental para a saúde dos bebês. Inúmeros estudos apontam que até o sexto mês de vida da criança, ela deve ser alimentada exclusivamente com o leite materno, sem necessidade de tomar chás, sucos ou mesmo água.

De acordo com especialistas, não existe leite fraco e, além de ser essencial para o crescimento e desenvolvimento saudável do bebê, a amamentação também reforça a relação afetiva entre a mãe e filho.

O leite materno possui as vitaminas, proteínas, minerais, açúcares e gorduras necessárias para que o bebê tenha uma alimentação saudável e ainda aumenta a imunidade contra diversas doenças, tais como alergias, infecções respiratórias e diarreias.

No entanto, existe ainda muito desconhecimento acerca do aleitamento materno. Continue a leitura e saiba mais sobre esse assunto tão importante para você e o seu bebê!

 

A primeira mamada

A primeira mamada do bebê pode ocorrer logo após o seu nascimento. Nos primeiros dias após o parto, o leite é chamado de colostro e possui um tom amarelado. Considerado como a primeira vacina do bebê, o colostro possui muitos fatores de defesa para o organismo, mais proteínas e menos gorduras.

Cerca de uma semana após o parto, o corpo da mãe começa a produzir o “leite maduro”, classificado como anterior – leite do início da mamada, que tem bastante água – e  posterior – leite do final da mamada, rico em gorduras.

Como dito acima, nos primeiros seis meses, é recomendável que o bebê seja alimentado exclusivamente com o leite materno. Após esse período, outros alimentos podem ser incluídos na dieta, mas o ideal é que a criança continue sendo amamentada até completar dois anos.



Cuidados com a alimentação materna

Enquanto está amamentando, é importante que a mamãe tenha alguns cuidados com a sua saúde, especialmente em relação ao uso de drogas e o consumo excessivo de álcool.

Alguns pediatras, porém, liberam o consumo moderado de álcool. O uso de algumas substâncias precisa ser evitado a todo custo, como a ingestão de medicamentos sem orientação médica, pois alguns podem causar sérios problemas ao bebê. A doxepina, por exemplo, um antidepressivo que também é usado em tratamentos dermatológicos, pode causar parada respiratória no lactente. 

 

Amamentar é benéfico para mãe e filho

Muitos acreditam que amamentar é benéfico apenas para o bebê, mas, na realidade, a amamentação também traz benefícios para a mãe. Além de reforçar o vínculo entre mãe e filho, amamentar depois do parto reduz o sangramento e contribui para o útero voltar ao normal.

Inclusive, há especialistas que relacionam o aleitamento materno à diminuição de casos de câncer de mama.

Nem sempre a amamentação é instintiva. Nos primeiros dias, provavelmente nenhum dos dois (mãe ou bebê) vai saber como fazer. O bebê em muitos casos tem que aprender a mamar. E a mulher só terá o colostro, que antecede a produção de leite. É rico em proteínas e minerais, agentes de defesa do organismo, como leucócitos e imunoglobulinas.

O peito em quase todas as vezes racha e tem muita dor nos primeiros dias. Por isso aprender sobre a pega é fundamental. Muitas mulheres notam que o bebê eventualmente perde peso. A sensação é que está passando fome e que o leite não está alimentando, mas tem que ter paciência até o leite maduro descer (pode demorar alguns dias).

 

Como fazer a pega de forma correta?

  • O bebê deve abocanhar a aréola, e não apenas o mamilo. O que também evita machucados e rachaduras. 
  • O rostinho do bebê deve estar virado para a mama, com a boca mais aberta possível.
  • Os lábios do bebê devem estar virados para fora, como um peixinho, com o queixo encostando na mama (para garantir a extração correta do leite).

 

Previna problemas!

Durante o período de amamentação, principalmente no início, algumas mulheres podem ter problemas com mastite, rachaduras, fissuras, ingurgitamento e até mesmo a redução do leite.

Apesar de ser causa de medo e preocupação para as mães – especialmente as de primeira viagem -, alguns procedimentos simples podem auxiliar na prevenção desses problemas. 

Veja algumas dicas de tratamento, conforme orientações da Unicef Brasil:

  • Ingurgitamento: coloque o bebê para mamar mais vezes e retire o excesso de leite utilizando uma bombinha (à venda em farmácias);
  • Mastite: retire o excesso de leite com o uso de uma bombinha e se o quadro não apresentar melhora em 24 horas, procure o médico;
  • Rachaduras e fissuras: observe se o bebê está em posição adequada no momento da amamentação e não esqueça de secar bem as mamas após dar de mamar. Uma dica para acalmar rachaduras é aplicação de compressas de chá de camomila gelado; 
  • Leite secando: Coloque o bebê para mamar mais vezes, pois o movimento de sucção estimula a formação do leite;
  • Beba MUITA água: estar hidratada é importantíssimo para a produção de leite.

 

Quando a mulher não deve amamentar

Nem sempre os problemas que impossibilitam a amamentação são simples como os citados acima. Há casos em que a mãe realmente não pode e não deve amamentar o filho no peito. 

Mulheres que estão passando por tratamento quimioterápico ou radioterápico, assim como as portadora do vírus HIV, não podem alimentar os bebês com o seu leite. Nesses casos, a melhor alternativa, quando possível, é alimentar a criança com o leite de outra mulher, que seja saudável.

Outra opção, mais viável, é utilizar produtos para substituir o leite da mãe. Alimentos com fórmulas que imitam o leite materno são encontrados à venda nas farmácias e em boa parte dos supermercados.

Não perca a chance de amamentar o seu bebê! informe-se e cuide-se para curtir esses momentos maravilhosos quando ele chegar!

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