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Como fazer a introdução alimentar do bebê? Confira 7 dicas!

A introdução alimentar é uma fase vital para que o seu pequeno desenvolva o paladar e hábitos alimentares saudáveis. Confira nossas dicas! 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que até os 6 meses de idade o bebê seja alimentado exclusivamente com o leite materno. A partir daí até os 2 anos de idade, a amamentação deve ser intercalada com outros tipos de alimentos.

A introdução alimentar do bebê é decisiva para que, futuramente, ele se adapte bem a uma dieta equilibrada e saudável. Por isso mesmo, essa é uma fase que traz muitas dúvidas. Se esse é o seu caso, continue a leitura e confira nossas dicas de introdução alimentar!

O primeiro passo é gerenciar a expectativa e evitar comparações! Não é todo bebê que aceita a comida de primeira, nem de segunda, nem de terceira vez. Nessa fase tudo é normal: comer muito, comer pouco, não comer, engasgar, chorar, gostar, não gostar… é preciso ter calma! 

De qualquer maneira, o leite continua sendo o principal alimento do bebê até cerca de um ano, então não é necessário esquentar muito a cabeça  com isso. Quanto mais tranquilo e sereno for o processo, maiores as chances do bebê ter uma boa receptividade da comida. Nesse ponto, a introdução alimentar é parecida com a amamentação: a gente sonha, fantasia com isso e quando chega na hora H as coisas podem não ser tão românticas quanto a gente pensou!

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1 – Faça a introdução alimentar de forma gradual

O seu bebê está completando 6 meses de vida! Agora, além do leite materno, ele já está apto a experimentar novos alimentos, entre eles frutas e legumes variados, feijão, arroz, lentilha e outros pratos.

No entanto, especialistas em nutrição defendem que essa introdução alimentar seja feita de modo lento e gradual. A indicação é iniciar a nova dieta com papinhas de frutas, seguindo para os legumes e verduras e, finalmente, o feijão, o arroz e similares.

Profissionais também afirmam que é essencial respeitar o apetite e a aceitação dos alimentos por parte do bebê, sem fazer comparações, já que cada criança é única. Caso você esteja com muitas dúvidas, converse com o pediatra do seu bebê e, se possível, com um nutricionista.

 

2 – Não misture os alimentos

A introdução alimentar, como o próprio nome diz, é o momento de introduzir/apresentar os alimentos aos bebês. Por isso, o ideal é abrir mão das papinhas onde todos os alimentos são amassados e misturados: se está tudo misturado no prato, o bebê não saberá quais alimentos está comendo e muito menos poderá diferenciar os sabores e texturas. Por outro lado, se os itens estiverem separados, aos poucos o pequeno conhecerá cada alimento e aprenderá como é o gosto e textura de cada um. 

Porém, conforme mencionamos antes, nem sempre o ideal é o mais viável. Pode acontecer de o bebê rejeitar todos ou quase todos os alimentos, fazendo com que as famílias busquem alternativas para facilitar a aceitação. Nestes casos, podem encontrar uma papinha ou alimento específico que o bebê aceite bem e apostar nesse alimento em um primeiro momento. Quando o bebê começar a aceitar, introduzir os demais alimentos gradualmente. 

Cada família descobrirá maneira e alternativas para introduzir a alimentação da melhor forma. 

 

3 – Não espere que o bebê coma tudo que está no prato

Definitivamente, não dá para esperar que o bebê coma tudo o que está no prato! É preciso entender que ele vai comer o suficiente para saciar sua fome. De acordo com especialistas, os bebês, especialmente os que foram ou são amamentados, possuem capacidade de distinguir quando estão com fome ou não. Por isso, é importante não forçar a ingestão de alimentos.

4 – Ofereça alimentos naturais ao bebê

Dispense os produtos industrializados, tais como biscoitos, farinhas e iogurtes! A introdução alimentar do bebê deve ser feita somente com alimentos naturais, com cereais (feijão, lentilha, grão de bico), tubérculos (batata, mandioquinha, aipim), legumes, vegetais e frutas.

Caso você queira que o seu pequeno siga uma dieta vegetariana, converse com um profissional em nutrição, pois ele é a pessoa mais indicada para te orientar a respeito e vai ensinar como substituir a proteína animal pela vegetal.

Dentro dos grupos alimentares citados no primeiro parágrafo, há uma grande diversidade de alimentos que podem ser oferecidos ao bebê para aumentar o seu conhecimento quanto aos diferentes sabores e texturas.

 


5 – O alimento não deve ser líquido demais

Embora a maioria dos bebês de 6 meses ainda não tenha dentes, suas gengivas já são rígidas, de modo que eles consigam amassar os alimentos. 

Sendo assim, não bata no liquidificador nem passe na peneira a comida do seu pequeno, pois isso deixa o alimento muito líquido e faz com ele perca textura e valor nutricional. Basta amassar os alimentos com um garfo.

Uma dica para saber se o alimento pode ser mastigado pelo bebê é pressioná-lo com a ponta dos dedos. Se você consegue amassar com a ponta dos dedos, o bebê dará conta de mastigar com as gengivas 😉


6 – Use sal com moderação e esqueça os produtos industrializados

Ao preparar a comidinha do seu bebê, use o sal com moderação (ou faça sem sal se preferir) e para temperar utilize temperos naturais, como salsinha e cebolinha (mas sem exagero). Caso necessário, use óleos vegetais, como o de soja, milho ou canola.

Pelo menos até que o seu bebê complete 2 anos, evite frituras, enlatados, salgadinhos e biscoitos industrializados, balas, chocolates, café, refrigerantes e qualquer outro tipo de alimento processado. Evite também os congelados e priorize sempre os alimentos frescos!

 

7 – Evite distrações na hora de comer

Evite distrações durante as refeições, de modo que o momento seja tranquilo e prazeroso. É importante que a atenção do bebê esteja voltada ao processo da alimentação e que, na medida do possível, ele entenda o que está fazendo. Desse modo, você estará aumentando as chances do bebê ter uma relação saudável com a comida no futuro.. E atenção: veja bem o que vai colocar na mesa! Se você não quer que o seu filho coma determinados alimentos, evite consumi-los na frente do pequeno.

 

8 – Insistir com cada alimento 

Outra recomendação é de que os pais ofereçam pelo menos 10 vezes o mesmo alimento antes de dizer que o filho não gosta de alguma coisa. Quando ele rejeita o alimento, é preciso dar um tempo e voltar a oferecer depois. 

Com essas dicas, a introdução alimentar do seu bebê tem tudo para ser um sucesso! De qualquer modo, siga sempre as orientações do seu pediatra!

 

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