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Na volta ao trabalho, quem vai cuidar do bebê?

Uma das principais preocupações de uma mãe que trabalha fora é com quem deixar o bebê quando o período da licença-maternidade terminar. Acompanhe o post e avalie algumas alternativas!

Para a mãe que trabalha fora, um dos maiores dilemas é onde ou com quem deixar seu bebê quando a licença-maternidade chegar ao fim. Será que o melhor é ele ficar com os avós, com uma babá ou o ideal seria colocá-lo em uma escolinha?

Todas essas alternativas têm pontos positivos e negativos, por isso é necessário avaliar cada uma delas, considerando também a sua realidade emocional, logística e financeira. 

O objetivo desse post é ajudá-la a fazer uma análise para tentar definir qual será a melhor opção para você e o seu bebê!

 

Contratar uma babá

Em muitos casos, esta é a opção mais apropriada e cômoda para a mãe – ainda mais se ela trabalha em casa ou próximo. Entre as vantagens está do bebê permanecer adaptado a sua rotina, protegido de deslocamentos e exposição a doenças. 

Porém, a contratação de uma babá tem algumas desvantagens. Por exemplo: se a profissional fica sozinha com o bebê, fica difícil se certificar de que ela está seguindo as suas orientações e cuidando bem do pequeno. E, caso ela falte ao trabalho, você fica na mão. Para um caso assim, é importante ter um plano B, como contar com a ajuda de um parente ou amigo.

Se ela não reside com a família, deverá chegar à casa antes de você sair para o trabalho, para que você possa orientá-la quanto aos cuidados do dia com o bebê. E atenção: jamais contrate uma funcionária sem referências! 

Caso opte pela contratação de uma babá, lembre-se de que o trabalho dela não deve ser intercalado com o serviço de limpeza da casa. É importante que a profissional esteja integralmente dedicada ao bebê para que possa desempenhar melhor as suas funções.

 

Deixar com os avós

Toda mãe que trabalha fora fica mais tranquila quando sabe que o seu bebê está aos cuidados dos avós. Certamente não faltarão atenção e amor para o pequeno, além do bebê ter menos exposição a doenças da escolinha. Com relação aos custos, é provável que sejam zero, mas nada impede que você contribua com os gastos adicionais que os avós terão ao cuidar do bebê ou, ainda, retribua financeiramente a colaboração dos seus pais ou sogros.

Por haver mais intimidade, porém, pode ser complicado para a mãe impor regras ou fazer cobranças. 

Pesquisas do Instituto de Educação de Londres apontaram que bebês que ficam aos cuidados dos avós possuem uma tendência maior de, futuramente, apresentar problemas comportamentais se comparados a crianças que ficam em berçários.

Ainda de acordo com a pesquisa, esses bebês que são cuidados por outro adulto (por uma babá ou alguém da família) não terão as mesmas experiências sociais e educacionais dos que frequentam uma escolinha.

 

Frequentar um berçário

Boas escolas infantis possuem infraestrutura adequada e profissionais qualificados para atender as crianças e os cuidados vão além das necessidades básicas do bebê, incluindo estímulos e interação com outras crianças. Além disso, as regras são definidas com mais clareza e você terá contato com outros pais, o que possibilita a troca de experiências.

Atualmente, esses locais são mais supervisionados e muitos contam até com câmeras para que os pais possam fazer o acompanhamento da criança quando ela está na escolinha.

O grande revés de optar pela escolinha é a exposição das crianças às doenças. A maioria das mães relatam que seus filhos passaram a ficar doentes mais frequentemente após iniciarem as aulas. Muitos pediatras recomendam segurar o início da escola até a criança completar dois anos de idade, contanto que a mãe tenha condição de mantê-la em casa com uma pessoa que possa lhe dar estímulos diariamente.

Antes de definir a melhor escolinha para o seu pequeno, atente-se para detalhes como a infraestrutura e higiene no local, requisitos de segurança e o número de crianças por sala e a qualidade da alimentação. Caso ainda amamente, é preciso levar as mamadeiras prontas para o consumo no decorrer do dia.

Outro ponto a ser observado é a proximidade da escola do seu local de trabalho ou de casa. É importante avaliar como ficará a rotina de levar e buscar a criança, evitando atrasos. 

Considere também se o valor da mensalidade cabe no orçamento da família e não esqueça de incluir os custos com as fraldas, alimentação, materiais pedagógicos e outros. 

Caso opte por escolher a escolinha para deixar seu bebê, faça uma boa pesquisa. Visite os locais e converse com outros pais que tenham seus filhos no berçário para obter referências confiáveis.

Esperamos ter ajudado você com esse artigo! Aproveite para conferir outros conteúdos que podem ser do seu interesse no nosso blog!

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