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Os perigos da diabete gestacional: tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

A diabete gestacional é uma das complicações mais comuns da gestação, que traz riscos para a mãe e para o bebê. Continue a leitura e saiba mais!

Durante a gravidez ocorrem diversas alterações físicas e hormonais no corpo da mulher. Devido a estas alterações, o corpo da mãe pode desenvolver diversos desequilíbrios e desencadear até doenças. Uma delas, talvez uma das mais comuns, é a diabete gestacional.

Perigosa tanto para a mamãe quanto para o bebê, a diabete gestacional é diagnosticada pelo aumento de glicose no sangue durante a gravidez. Continue a leitura e saiba mais sobre esse assunto!

O que é e quais as causas da diabete gestacional 

Geralmente, no terceiro mês de gestação, a mulher precisa ingerir mais carboidratos (gorduras/açúcares) para que o bebê se desenvolva mais e melhor.

É neste período também que os níveis de açúcar no sangue costumam subir bastante, justamente pela sua maior ingestão. No entanto, às vezes o corpo da mãe não dá conta de produzir insulina suficiente para levar a glicose às células.

Ou seja, o pâncreas que é responsável por produzir a insulina, fica sobrecarregado e não dá conta de toda essa produção. Assim, a glicose (açúcar) fica “vagando” no sangue, não indo às células para ser transformada em energia. É aí que acontece a famosa diabete gestacional, que é o acúmulo do açúcar no sangue.

Há riscos para o bebê?

Sim, e muitos! A diabete gestacional é uma complicação séria, pois quando o bebê é exposto a grandes níveis de glicose, há maior risco dele: 

  • ganhar peso demais
  • nascer prematuro
  • hipoglicemia (ter baixos níveis de glicose no sangue ao nascer)
  • ter malformações
  • problemas respiratórios e circulatórios
  • obesidade e diabetes na fase adulta

Além disso, como o açúcar contribui para o crescimento e desenvolvimento do bebê, é comum que níveis elevados de glicose acelerem o desenvolvimento de órgãos e tecidos do feto, podendo deixá-lo um bebê “acima da média”.

Além do seu tamanho, um bebê que passou por diabete gestacional pode ter órgãos “gigantes”, ou seja, maiores do que o normal. O coração, por exemplo, pode ter problemas de circulação e dificuldades para bombear o sangue por causa do seu tamanho.

Pode acontecer também de a criança passar a desenvolver problemas respiratórios depois de nascer, devido ao seu tamanho exagerado e do desequilíbrio na adaptação do organismo. Um dos problemas que podem acontecer é uma hipertensão pulmonar, por exemplo.

Ainda, o bebê pode desenvolver mais facilmente a icterícia, que dá a ele um aspecto amarelado. Essa característica é mais comum de acontecer quando a diabete gestacional não foi controlada corretamente.

Há riscos para a mãe?

Assim como o bebê, a mãe também corre riscos de saúde durante a gestação. Veja os principais:

  • aborto espontâneo
  • infecções (caso os níveis de açúcar estejam descontrolados)
  • pré-eclâmpsia
  • ganho de peso excessivo
  • diabetes após o parto

Após o nascimento do bebê, é comum que a doença “vá embora”. No entanto, a mulher fica muito mais propensa a desenvolver a diabete novamente.

Quem pode ter diabete gestacional?

A diabete gestacional pode acontecer com qualquer grávida. No entanto, assim como qualquer outra doença, existem alguns fatores de risco que podem interferir.

  • Idade igual ou superior a 35 anos
  • Hipertensão ou pré-eclâmpsia
  • Histórico de aborto e malformações
  • Histórico familiar de diabetes
  • Histórico de diabete gestacional anteriores
  • Triglicerídeos altos
  • Colesterol alto

A diabete gestacional também pode acontecer com gestantes obesas ou que engordam demais durante a gravidez. Além destas, mulheres com ovários policísticos também estão mais propensas a desenvolver a doença.

Quais os sintomas?

Não há sintomas específicos para a diabete gestacional. O que é super importante é a mulher prestar atenção ao seu corpo quanto aos ganhos excessivos de:

  • peso
  • sede
  • fome
  • visão turva
  • fadiga
  • cansaço
  • frequência urinária

Se por acaso você notar dois ou mais desses sintomas, procure seu obstetra o mais rápido possível. É ele quem irá acompanhar de perto seu pré-natal e fazer o possível para garantir que você e seu bebê tenham bem-estar durante a gestação.

Como é realizado o diagnóstico?

Geralmente na 24ª semana de gestação, os obstetras costumam solicitar um exame de glicemia em jejum. 

Esse teste também é conhecido como curva glicêmica, e acontece da seguinte maneira: é colhido uma amostra de sangue da mãe em jejum e em seguida a mãe bebe uma solução açucarada. A partir disso, são colhidas de hora em hora novas amostras de sangue para verificar os níveis de açúcar.

Se o resultado for abaixo de 92mg/dL, a gestante não possui diabetes. No entanto, se o resultado for entre 92mg/dL e 126mg/dL, o diagnóstico é positivo para diabete gestacional.

É claro que, quando há histórico familiar ou qualquer outro fator de risco, costuma-se fazer testes desde o primeiro trimestre de gravidez.

Como é o tratamento?

Eu sei que todas essas informações podem assustar, ou mesmo deixar você preocupada. Mas é importante falarmos sobre esse assunto, pois o risco é alto para você e seu bebê.

No entanto, existe sim tratamento para a diabete gestacional. Veja a seguir:

1- Leve uma alimentação controlada

A alimentação é a base para uma boa gestação, e para o controle na diabete ela é essencial. Neste caso, procure uma nutricionista e ela fará o cardápio ideal para você seguir. 

Em geral, recomenda-se que a gestante coma alimentos com baixo índice glicêmico (como frutas com cascas) e reduza a quantidade de açúcar e carboidratos simples.

Ainda, é recomendada a ingestão de grãos integrais, carnes, peixes, oleaginosas, legumes, leite e derivados e sementes.

2- Pratique atividade física

Além de auxiliar no controle de peso, a atividade física tem o objetivo de regular o açúcar no sangue e promover bem estar à mãe.

Algumas mulheres têm medo de realizar diversas ações, com medo de alguns mitos da gravidez. Há muita dúvida sobre a prática de exercícios físicos, no entanto, ela é ótima para várias questões. Avalie com seu obstetra e invista neles o quanto antes!

3- Aplicação de insulina

Às vezes, pode acontecer da alimentação e a prática de exercícios físicos não serem suficientes para controlar a diabete. Neste caso, são indicados medicamentos como a insulina.

Jamais se automedique, todo e qualquer medicamento deve ser indicado pelo seu obstetra!

Como evitar a diabete gestacional

Quando falamos em diabete gestacional, vale lembrar que não é somente durante a gestação que devemos evitá-la. É possível reduzir a probabilidade de desenvolver a doença realizando alguns cuidados antes mesmo de engravidar:

  • Esteja no peso ideal antes de engravidar
  • Alimente-se de forma saudável
    • reduza o consumo do pão branco, açúcar refinado, arroz branco e outros carboidratos
    • prefira vegetais e legumes nas principais refeições
    • opte por alimentos ricos em fibra e com poucas gorduras e calorias
    • coma frutas e grãos integrais
  • Pratique exercícios físicos regulares e moderados
  • Ao engravidar, faça o pré-natal e procure aumentar o peso de maneira lenta e gradual.

 

E então, gostou desse conteúdo? Compartilhe para que outras mamães possam ler e se informar também! A diabete gestacional pode ser controlada, mas é mil vezes melhor evitá-la, não é mesmo? 

Já passou por essa situação? Conte para a gente a sua experiência aqui nos comentários! 

Agora que você já sabe tudo sobre a diabete gestacional, leia também 10 dicas para ter uma gravidez tranquila!

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