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Educação neurocompatível: o que é e como usar para educar seu filho

Se você tem procurado saber como educar seu filho, certamente deve ter ouvido falar da educação neurocompatível. Primordialmente, deve ser entendido como um conceito. É algo recente, que tem menos de uma década de sua criação e, pode-se dizer, ainda está em desenvolvimento.

Em suma, é uma forma de educação que minimiza a hierarquia entre pais e filhos. Assim, é totalmente focada nas necessidades das crianças para que possam se desenvolver. Falando assim, não parece muito claro ainda, né? Por isso, acompanhe esse artigo e conheça mais sobre a educação neurocompatível.

O que é educação neurocompatível

Antes de tudo, este conceito foi desenvolvido pela psicoterapeuta brasileira Márcia Tosin e começou a ganhar notoriedade a partir de 2015. De maneira geral, é uma forma de educação para o mundo em que a formação da criança é o eixo central.

É diferente da maneira de educar mais tradicional, por assim dizer, em que o pequeno se desenvolve moldado pelo conjunto de regras que rege a sociedade ou por comparativos, por exemplo. Assim sendo, a criança é criada dentro de suas necessidades e ganha mais confiança.

De acordo com especialistas que defendem a educação neurocompatível, esta é mais acolhedora e humanizada.

Como criar seu filho com educação neurocompatível

Em resumo, todas as fases da vida da criança e seus principais momentos devem ser acompanhados pelos pais. Atividades como parar de mamar, deixar as fraldas, aprender as primeiras letras do alfabeto precisam ser naturais, e não impostas pelos adultos.

Dessa forma, o ritmo da formação do pequeno ocorre de forma espontânea. Nesse sentido, a criança se sente não apenas acolhida, como também cresce mais confiante. O jovem vai aprender outros valores, que vão desde o consumo consciente e o cuidado com a natureza até, principalmente, ganho em saúde mental.

Castigos ficam de fora da educação neurocompatível

Como a criança se desenvolve em seu ritmo, é importante ressaltar que os castigos não ocorrem na educação neurocompatível. Afinal de contas, castigos são aplicados com base em padrões e regras que estão em segundo plano nessa forma de criar os filhos. Os pequenos também não devem ser punidos por estarem fora de padrões sociais ou de forma pré-determinada. Ou seja, sem imposições.

Nesse sentido, a chamada obediência de filhos em relação aos pais não deve ser encorajada ou utilizada como argumento. Afinal de contas, na educação neurocompatível não deve haver relação de poder ou hierarquia familiar.

Criança, um membro da família

De maneira geral, a criança é mais um integrante do lar e, dentro disso, em igualdade com os pais. O papel dos responsáveis é muito mais de dar apoio e indicar o caminho, mas sem imposições.

Entenda que você deve ensinar seu filho muito mais como um conselheiro, um amigo, só para exemplificar, do que impõe o que deve fazer ou tenha a sensação de pertencer a você.

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