Bilila Baby https://blog.bililababy.com.br Thu, 25 Feb 2021 16:43:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.6.1 https://blog.bililababy.com.br/wp-content/uploads/2019/11/favicon-1.ico Bilila Baby https://blog.bililababy.com.br 32 32 Exercícios físicos na gravidez: o básico que toda a mãe precisa saber https://blog.bililababy.com.br/cuidados-com-a-mamae/exercicios-fisicos-na-gravidez-o-basico-que-toda-a-mae-precisa-saber/ https://blog.bililababy.com.br/cuidados-com-a-mamae/exercicios-fisicos-na-gravidez-o-basico-que-toda-a-mae-precisa-saber/#respond Tue, 23 Feb 2021 11:06:21 +0000 https://blog.bililababy.com.br/?p=1983 Em dúvida se pode ou não fazer exercícios físicos na gravidez? Leia o conteúdo e saiba o que é mais indicado durante a gravidez! Antigamente, ainda na época das nossas avós, era comum que as mulheres participassem das funções agrícolas, do plantio à colheita. Na época das nossas mães, mais ou menos, a prática de […]

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Em dúvida se pode ou não fazer exercícios físicos na gravidez? Leia o conteúdo e saiba o que é mais indicado durante a gravidez!

Antigamente, ainda na época das nossas avós, era comum que as mulheres participassem das funções agrícolas, do plantio à colheita. Na época das nossas mães, mais ou menos, a prática de exercícios físicos na gravidez era quase “proibida”. 

Nesta época, havia crenças de que o bebê poderia ser prejudicado, e sim, isso pode ser verdade. Atualmente, ver gestantes se exercitando é muito comum, porque praticar exercícios físicos traz muitos benefícios!

No entanto, é preciso algumas instruções antes de sair “que nem doida” fazendo tudo o que quiser! Por isso, neste conteúdo elencamos algumas dicas básicas sobre a prática de exercícios físicos na gravidez que você precisa saber, confira!

1- Comece com uma boa conversa com o obstetra

Antes de iniciar qualquer tipo de atividade física, é indispensável a conversa com seu obstetra. Como ele acompanha você e o andamento da sua gestação, ele é a melhor pessoa para lhe indicar o que pode ou não ser feito e porque.

Se a sua gestação está seguindo normalmente e não há nada de errado, a prática de exercícios físicos só trará benefícios!

Agora, há casos em que é preciso ter uma atenção especial, nos quais as mães não podem simplesmente sair por aí praticando qualquer exercício. Veja alguns exemplos:

  1. Histórico de aborto
  2. Doenças do coração
  3. Hipertensão
  4. Anemia
  5. Problemas respiratórios
  6. Desnutrição
  7. Gestação gemelar.

Em cada uma destas situações, a prática de atividades físicas pode ser feita. No entanto, sempre sob acompanhamento e supervisão. Isso porque, nestas condições, tanto a mãe quanto o bebê podem sofrer caso o treino não esteja alinhado às suas necessidades, podendo ainda gerar intercorrências na gestação.

Além disso, há casos em que a prática de exercícios físicos na gravidez são extremamente contraindicados:

  1. Gravidez de risco;
  2. Hemorragia;
  3. Pré-eclâmpsia;
  4. Diabetes tipo 1 descontrolado;
  5. Tireoide alterada;
  6. Crescimento anormal do bebê;
  7. Pressão sem controle;
  8. Gestação trigemelar.

Se você tiver qualquer um desses sintomas, sendo de médio ou de alto risco, não faça exercícios físicos sem antes uma avaliação. E se você não sabe se tem, é indispensável uma consulta médica para verificar se está tudo bem.

2- Fique atenta às recomendações para a prática de exercícios físicos na gravidez

Vários especialistas frisam a importância de se exercitar, mas sempre sob supervisão e com treinos específicos para gestantes. Ou seja, de nada adianta você ter um treino todo lindo, se quiser extrapolar. Tome muito cuidado com isso, pois você e seu bebê podem sair prejudicados por esse tipo de atitude! 

O ideal é que as gestantes façam, em média, 150 minutos por semana de exercícios físicos. No entanto, se quiser realizar mais tempo, não há problema algum, desde que você esteja “liberada” para fazê-los. Você pode dividir esse tempo em diversas vezes por semana, sempre com cargas moderadas, nunca exagere!

Treinar seu assoalho pélvico é ótimo durante toda a gestação (se você estiver apta para isso). Ele auxilia no trabalho de parto, na prevenção à incontinência urinária, e ajuda a fortalecer seus músculos, dando sustentação, inclusive, para a sua postura. Além disso, você pode mesclar suas atividades entre exercícios aeróbicos, musculares e de alongamento.

Algumas contraindicações sobre a prática de exercícios físicos na gravidez são:

  1. Jamais pratique exercícios de contato físico ou risco de queda, como lutas, escaladas, jogos de futebol ou vôlei;
  2. Evite dias muito quentes para se exercitar, o calor excessivo pode causar danos às células nervosas do bebê;
  3. Mergulhos no mar são extremamente proibidos, pois o seu bebê não está protegido contra a alta pressão do oceano;
  4. Nunca fique sem se hidratar – beba água antes, durante e depois dos seus exercícios;
  5. Não permaneça em uma atividade se você estiver se sentindo desconfortável ou com dor;
  6. Pare imediatamente o exercício se sentir tonturas, náuseas, dor no peito, contrações ritmadas, falta de ar, sangramento ou corrimento.

Qualquer uma dessas opções e todas aquelas que fazem com que você se sinta mal durante a atividade física, não são bons sinais.

3- Quais exercícios físicos na gravidez estão liberados?

Se estiver tudo bem com você e o seu bebê, “se jogue” – com moderação – nos exercícios físicos! Listei abaixo algumas atividades bacanas que você pode realizar, confira!

1-Caminhada

Uma ótima opção para as mamães que eram sedentárias, quanto para as ativas. Prefira a prática quando a temperatura estiver mais amena e o sol já não for mais tão quente. Use roupas leves e frescas, um tênis confortável e hidrate-se constantemente durante a caminhada.

2- Corrida leve

Esse exercício é mais comum para as mamães que já estavam ativas antes de engravidarem. O ideal é que a corrida seja evitada no primeiro trimestre, pois é o período mais delicado da gestação. Após esse período, recomenda-se que a intensidade seja menor. Pegue leve com você e com o seu corpo!

3- Natação e/ou hidroginástica

A natação é uma ótima aliada para a mamãe! Ela ajuda a relaxar o corpo, diminuir os inchaços, reduzir as dores nas costas e ainda melhorar a respiração. 

4- Bicicleta

O pedal é outra alternativa para as mamães! Ele auxilia no controle da respiração, ao mesmo tempo em que garante resistência física para a mamãe (ótima para o parto). Apenas fique atenta quanto a frequência cardíaca (que não pode passar de 140 batimentos por minuto) e a quantidade de suor.

Sempre que possível opte por fazer o pedal na bicicleta ergométrica, ela é muito mais segura para você e seu bebê do que a bicicleta convencional.

5- Alongamentos

Alongamentos são os mais queridinhos das gestantes, pois podem ser realizados diariamente até o nascimento do bebê. Comece aos poucos, e quanto mais conseguir “espichar” sem se machucar, melhor é. Isso porque esse tipo de exercício na gravidez melhora a circulação e a elasticidade do seu corpo, podendo até ajudar no trabalho de parto.

6- Pilates

O pilates é ótimo para fortalecer a concentração, a respiração, alongar, fortalecer os músculos e para melhorar a postura. Ele ajuda a combater as dores na lombar, no assoalho pélvico, e auxilia a mãe com o equilíbrio. É indispensável que você conte com a ajuda de profissionais capacitados para realizar essa atividade, pois ela requer bastante do seu corpo.

7- Yoga

Semelhante aos benefícios do pilates, o yoga ajuda a mãe a se preparar e se adaptar às mudanças que irão ocorrer durante a gestação. Além disso, ele ajuda a tonificar os músculos, relaxar, reduzir as dores na coluna e muito mais!

8- Uma atenção especial à musculação!

Se você já praticava antes de engravidar, pode continuar fazendo mas com cargas menores! Preze pelo acompanhamento de um profissional para lhe ajudar. Treinos específicos para gestantes são fundamentais para que tudo corra bem! Cuidado para não sobrecarregar demais o seu corpo, hein.

Leia também: Maternidade: qual é o ganho de peso ideal na gravidez?

 

Como você viu, os exercícios físicos na gravidez só trazem benefícios à sua saúde, desde que você esteja liberada para fazê-los, praticando da maneira e na intensidade correta. Jamais ultrapasse o parecer do seu obstetra!

Se você gostou deste conteúdo e está preparada para iniciar “outra jornada de exercícios”, precisa ver o nosso eBook “O guia completo do quarto do bebê”. Um material 100% gratuito, onde você vai encontrar dicas para montar o seu quartinho sem deixar nada de fora! 

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Chá de bebê: dicas para criar, organizar, e decorar, mesmo em meio à pandemia! https://blog.bililababy.com.br/gravidez/cha-de-bebe-dicas-para-criar-organizar-e-decorar-mesmo-em-meio-a-pandemia/ https://blog.bililababy.com.br/gravidez/cha-de-bebe-dicas-para-criar-organizar-e-decorar-mesmo-em-meio-a-pandemia/#respond Tue, 16 Feb 2021 11:00:19 +0000 https://blog.bililababy.com.br/?p=1980 Celebrar a chegada do bebê é algo incrível para os pais, e fazer um chá de bebê pode ajudar a reduzir toda a ansiedade da espera. Veja como organizar o seu!  A espera de um bebê é indescritível para os pais. A mãe se transforma de todas as maneiras possíveis, tanto físicas quanto psicológicas. O […]

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Celebrar a chegada do bebê é algo incrível para os pais, e fazer um chá de bebê pode ajudar a reduzir toda a ansiedade da espera. Veja como organizar o seu! 

A espera de um bebê é indescritível para os pais. A mãe se transforma de todas as maneiras possíveis, tanto físicas quanto psicológicas. O amor e o vínculo começam a crescer mesmo antes de ver o rostinho do bebê pela primeira vez. 

Ao longo dos nove meses de gestação, é imprescindível que os pais se sintam ansiosos pela chegada do novo membro. No entanto, existem ações que podem aumentar o vínculo entre os pais e o bebê e que podem, ainda, amenizar o sentimento de ansiedade.

Um exemplo disso é o chá de bebê! Ele é muito bacana de ser feito pois reúne a família e amigos mais próximos para celebrar a chegada do bebê. 

Você deve estar se perguntando: “mas como organizar um chá de bebê em meio à pandemia? Isso é possível?” Sim, é possível fazer um chá de bebê mesmo em isolamento social. Continue a leitura e saiba como organizar 5 tipos de chá de bebê!

1- Chá de revelação

O chá de revelação serve para descobrir o sexo do bebê. Neste caso, os pais ainda não sabem se é menino ou menina e precisam da ajuda de alguém da família ou um amigo para organizar a revelação.

O ideal é esperar entre a 18ª e a 21ª semana, pois neste período o obstetra consegue ver com clareza o sexo do bebê. No entanto, se você não aguenta esperar para saber se o seu mundo será rosa ou azul, você pode realizar a sexagem fetal a partir da 8ª semana.

A sexagem fetal é um exame realizado através de uma amostra de sangue da mãe, que identifica a presença do cromossomo “y”. Caso este cromossomo esteja presente, será um menino, caso contrário, será uma menina. Trata-se de um exame não invasivo, super fácil de ser feito e que fica pronto dentro de algumas horas, ou, dependendo do laboratório, alguns dias.

2- Chá de bebê

O chá de bebê é o evento mais tradicional para celebrar a chegada de um bebê. Basicamente, o chá de bebê é realizado para ajudar os pais a compor o enxoval do bebê. 

Portanto, é ideal fazer esse evento quando você ainda não possui muitos itens para o seu bebê, desde roupas, enxoval, fraldas, móveis e itens de decoração em geral.

Ele é realizado em média na 30ª semana de gestação, que é quando a barriga da mãe já está mais evidente. Além disso, a mãe também não está tão cansada, os enjoos já passaram e o inchaço ainda não é tanto.

3- Chá de fraldas

O chá de fraldas é bastante semelhante ao chá de bebê, a única coisa que difere entre ambos, é que no chá de fraldas, ele é, literalmente, para ganhar fraldas.

Ele é ideal para ser feito quando o bebê já tem o seu quartinho e o enxoval completo, faltando apenas as fraldas. Assim como o chá de bebê, o chá de fraldas é realizado também por volta da 30ª semana.

4- Chá de bebê online

Em meio à pandemia, muitos pais cumprem à risca o isolamento social, prezando muito pela sua saúde e segurança, assim como dos seus convidados. 

Ainda assim, a espera de um bebê é algo que deve ser celebrado, e em meio a toda ansiedade, muitas famílias não gostariam de deixar esse marco passar em branco.

Neste caso, existe o chá de bebê online. Ele é uma maneira mais prática e mais segura, no entanto, é preciso ter alguns cuidados para que você não seja “invasivo” ao pedir os presentes.

Para realizar esse chá, você precisa elaborar uma lista de presentes que gostaria de ganhar e disponibilizar essa lista aos seus convidados. Mas, para disponibilizar esse link, você pode criar um grupo de whatsapp com seus convidados e fazer um vídeo, bem simples, convidando as pessoas a participarem.

É bacana quando a mamãe e o papai aparecem no vídeo, e vocês podem falar algo do tipo: 

“Oi pessoal, tudo bem com vocês? Esperamos que sim! 

Bom, como vocês sabem, o (a) ….. está chegando, e nós gostaríamos muito de fazer um chá de bebê para ele. No entanto, nos preocupamos com a nossa segurança, assim como a de vocês, e por isso, decidimos fazer um chá de bebê online! 

Selecionamos alguns itens que julgamos serem importantes para o crescimento e desenvolvimento do nosso bebê. Então, se você quiser participar, vamos disponibilizar o link abaixo deste vídeo.

Para deixarmos o nosso chá ainda mais bonito, ao selecionar o seu presente, não deixe de nos enviar uma mensagem, isso é muito importante para a nossa nova jornada!

Muito obrigado, e até logo!”

Realizar um chá de bebê virtual pode parecer “grosseiro”. No entanto, se você organizar com carinho e explanar a sua alegria e ansiedade na espera do seu bebê, pode ter certeza que isso vai ser desmistificado rapidinho e as pessoas participarão com prazer do seu evento!

Ele funciona basicamente assim: você monta a lista, envia para os convidados, eles compram algo da lista, e o presente chega aí na sua casa. Super prático, simples e confiável!

5- Charreata

Essa opção se tornou uma das queridinhas pelas mamães! Você pode convidar todas as pessoas que você quiser, combina com elas um horário e um ponto de encontro.

Todos vão com seus automóveis e no ponto de encontro pode ter alguém responsável por enfeitá-los. Você pode disponibilizar água, suco, refrigerante, picolés em dias quentes, ou até mesmo saquinhos de pipoca enquanto o pessoal aguarda a partida. 

Todos chegaram? Trace uma rota e peça para que o responsável guie a fila para o local onde você estará esperando para recepcionar todo mundo. O legal é sair “desfilando”, com buzinas e muita alegria!

O ideal, é realizar a charreata perto da 30ª semana, assim como o chá de bebê e o chá de fraldas.

Como organizar o chá de bebê, indiferente do modelo que você escolher!

Organizar um chá de bebê parece simples de ser feito. No entanto, se você está em busca de fazer um chá de bebê perfeito, que possa ser realizado com antecedência e que não falte nada, separei algumas dicas abaixo que vão te ajudar nesse processo!

Escolha a data e o local da festa

Antes de mais nada, defina uma data para o seu chá. Quanto antes você conseguir definir, melhor! A partir disso, você consegue organizar as demais etapas. 

Pense onde você gostaria de fazer o seu chá de bebê. Se for na sua casa, ok. Agora, se você quiser fazer em um salão de festas alugado, é importante verificar a sua disponibilidade para a data escolhida antes de fazer os convites, por exemplo.

Defina o tema

Azul e rosa, neutro, safári, chuva de amor, bailarina, princesa, ursinho voador…Dos mais simples aos mais refinados, existem diversos temas que podem ser explorados. 

Aliás, eles são bastante flexíveis, ou seja, você pode tirar, incluir ou mesclar itens dos mais diferentes temas. Você também pode optar por fazer o chá com o tema do quarto do bebê, fica mega fofo e tudo combinando!

Definido o tema, já podemos ir para o próximo item!

Elabore o convite

Uma forma muito bacana e muito utilizada são os convites virtuais. Hoje já existem diversos sites onde você pode criar de maneira simples, rápida e personalizada o seu convite.

No entanto, se lhe convém, você pode pedir para alguém criar a arte para você, do jeitinho que você sonhou! Para isso, basta saber quem faz e enviar modelinhos para ideias.

Ah, e se você é uma mãe conservadora, esse modelo é incrível… Lembra das suas festinhas quando era criança? Geralmente, eram entregues os convites à mão, aqueles que são comprados em supermercados ou lojas de festas, sabe? Esse modelo de convite é super legal também, e você pode optar por ele caso preferir!

Bom, indiferente do modelo de convite que escolher, lembre-se de colocar:

  • Data
  • Hora
  • Local da festa
  • Observações em geral – lista de presentes, tamanho específico de fraldas, entre outras

Defina a decoração

Eu sou uma pessoa muito visual, gosto de antecipar a visualização das coisas. Então, nesta etapa, eu faria um esboço bem simples de como eu gostaria do visual da festinha. 

Você pode pesquisar alguns modelos e ir desenhando conforme os itens mais atrativos e que não podem faltar. Caso você não seja boa em desenhos, liste o que você vai precisar para fazer a decoração.

Além disso, você ainda pode contratar alguém que faça a decoração para você, se isso for possível! É só separar as ideias e enviar para o decorador 🙂

Você pode definir a inclusão de: bolo de fraldas, bolo decorativo, painel, balões, panos e tecidos, mesas, tapete, centro de mesa, e todos aqueles itens indispensáveis para deixar a decoração de chá de bebê incrível.

Qual será a lembrancinha?

Eu adoro presentear as pessoas com algo útil. Além de lindas, as lembrancinhas podem ser úteis! Defini-las com antecedência é bacana porque, caso você as compre pela internet, elas podem levar alguns dias até chegar.

Também, tendo elas em casa antecipadamente, você pode acrescentar mais alguns itens. Por exemplo, se você escolher uma nécessaire personalizada, pode colocar dentro alguns bombons ou uma cartinha de agradecimento pela presença.

Faça a lista dos convidados

Elaborar a lista de convidados vai definir os gastos com o próximo item da lista! Tenha em mente que quanto mais pessoas você convidar, maiores serão os custos com comida e bebida. Ao mesmo tempo, maior será o volume de mimos que seu bebê irá receber 😉

Vale aqui um equilíbrio do que é melhor para você! Analise também o seu espaço, para garantir que os convidados fiquem confortáveis.

Se o espaço for reduzido, foque nos familiares, amigos próximos e padrinhos do bebê!

Defina o cardápio

Geralmente, o cardápio do chá de bebê é bem tradicional, podendo variar entre docinhos, salgados e bolo. No entanto, você pode diferenciar a sua festinha. 

Se o evento será no verão, diversifique o cardápio com frutas, sucos, chás gelados, sorvete, e outras comidinhas de verão.

Se for no inverno, ou em clima de festa junina, você pode incluir pipoca, queijadinha, pudim, sagu e até quentão! 

Para definir o cardápio você pode “viajar” e criar o que quiser, desde que seja do seu interesse! Inclusive, permanecer no tradicional também pode!

Como serão feitas as fotos?

Hoje em dia as câmeras dos celulares são ótimas opções para quem não quer gastar muito para fazer o chá de bebê. No entanto, você também pode escolher um fotógrafo de sua confiança para fazer registros incríveis dessa data!

Defina isso com antecedência, pois assim como o local, você também precisa que o fotógrafo esteja disponível na data escolhida.

Se você optar pela charreata…

Para a organização da charreata, lembre-se de incluir as seguintes informações no convite:

  • horário do encontro
  • ponto de encontro
  • rota
  • horário de saída
  • local de chegada

Além disso, a organização da charreata geralmente costuma ser um pouco diferente… Como as pessoas não saem de seus automóveis, é legal que você deixe combos de comidinhas prontos.

Desta forma, quando a pessoa parar para lhe entregar o presentinho, você pode dar a ela um combo para que vá consumindo durante o trajeto de volta para casa. 

Não se esqueça de bater uma foto e também de entregar uma lembrancinha!

 

Agora que você já sabe como montar um chá de bebê dos mais variados modelos e estilos, que tal começar a organizar o seu? A Bilila Baby tem diversos itens bacanas de decoração, enxoval e móveis disponíveis para você montar a sua lista de presentes!

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Os perigos da diabete gestacional: tudo o que você precisa saber sobre o assunto! https://blog.bililababy.com.br/cuidados-com-a-mamae/os-perigos-da-diabete-gestacional-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-assunto/ https://blog.bililababy.com.br/cuidados-com-a-mamae/os-perigos-da-diabete-gestacional-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-assunto/#respond Tue, 09 Feb 2021 11:00:46 +0000 https://blog.bililababy.com.br/?p=1977 A diabete gestacional é uma das complicações mais comuns da gestação, que traz riscos para a mãe e para o bebê. Continue a leitura e saiba mais! Durante a gravidez ocorrem diversas alterações físicas e hormonais no corpo da mulher. Devido a estas alterações, o corpo da mãe pode desenvolver diversos desequilíbrios e desencadear até […]

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A diabete gestacional é uma das complicações mais comuns da gestação, que traz riscos para a mãe e para o bebê. Continue a leitura e saiba mais!

Durante a gravidez ocorrem diversas alterações físicas e hormonais no corpo da mulher. Devido a estas alterações, o corpo da mãe pode desenvolver diversos desequilíbrios e desencadear até doenças. Uma delas, talvez uma das mais comuns, é a diabete gestacional.

Perigosa tanto para a mamãe quanto para o bebê, a diabete gestacional é diagnosticada pelo aumento de glicose no sangue durante a gravidez. Continue a leitura e saiba mais sobre esse assunto!

O que é e quais as causas da diabete gestacional 

Geralmente, no terceiro mês de gestação, a mulher precisa ingerir mais carboidratos (gorduras/açúcares) para que o bebê se desenvolva mais e melhor.

É neste período também que os níveis de açúcar no sangue costumam subir bastante, justamente pela sua maior ingestão. No entanto, às vezes o corpo da mãe não dá conta de produzir insulina suficiente para levar a glicose às células.

Ou seja, o pâncreas que é responsável por produzir a insulina, fica sobrecarregado e não dá conta de toda essa produção. Assim, a glicose (açúcar) fica “vagando” no sangue, não indo às células para ser transformada em energia. É aí que acontece a famosa diabete gestacional, que é o acúmulo do açúcar no sangue.

Há riscos para o bebê?

Sim, e muitos! A diabete gestacional é uma complicação séria, pois quando o bebê é exposto a grandes níveis de glicose, há maior risco dele: 

  • ganhar peso demais
  • nascer prematuro
  • hipoglicemia (ter baixos níveis de glicose no sangue ao nascer)
  • ter malformações
  • problemas respiratórios e circulatórios
  • obesidade e diabetes na fase adulta

Além disso, como o açúcar contribui para o crescimento e desenvolvimento do bebê, é comum que níveis elevados de glicose acelerem o desenvolvimento de órgãos e tecidos do feto, podendo deixá-lo um bebê “acima da média”.

Além do seu tamanho, um bebê que passou por diabete gestacional pode ter órgãos “gigantes”, ou seja, maiores do que o normal. O coração, por exemplo, pode ter problemas de circulação e dificuldades para bombear o sangue por causa do seu tamanho.

Pode acontecer também de a criança passar a desenvolver problemas respiratórios depois de nascer, devido ao seu tamanho exagerado e do desequilíbrio na adaptação do organismo. Um dos problemas que podem acontecer é uma hipertensão pulmonar, por exemplo.

Ainda, o bebê pode desenvolver mais facilmente a icterícia, que dá a ele um aspecto amarelado. Essa característica é mais comum de acontecer quando a diabete gestacional não foi controlada corretamente.

Há riscos para a mãe?

Assim como o bebê, a mãe também corre riscos de saúde durante a gestação. Veja os principais:

  • aborto espontâneo
  • infecções (caso os níveis de açúcar estejam descontrolados)
  • pré-eclâmpsia
  • ganho de peso excessivo
  • diabetes após o parto

Após o nascimento do bebê, é comum que a doença “vá embora”. No entanto, a mulher fica muito mais propensa a desenvolver a diabete novamente.

Quem pode ter diabete gestacional?

A diabete gestacional pode acontecer com qualquer grávida. No entanto, assim como qualquer outra doença, existem alguns fatores de risco que podem interferir.

  • Idade igual ou superior a 35 anos
  • Hipertensão ou pré-eclâmpsia
  • Histórico de aborto e malformações
  • Histórico familiar de diabetes
  • Histórico de diabete gestacional anteriores
  • Triglicerídeos altos
  • Colesterol alto

A diabete gestacional também pode acontecer com gestantes obesas ou que engordam demais durante a gravidez. Além destas, mulheres com ovários policísticos também estão mais propensas a desenvolver a doença.

Quais os sintomas?

Não há sintomas específicos para a diabete gestacional. O que é super importante é a mulher prestar atenção ao seu corpo quanto aos ganhos excessivos de:

  • peso
  • sede
  • fome
  • visão turva
  • fadiga
  • cansaço
  • frequência urinária

Se por acaso você notar dois ou mais desses sintomas, procure seu obstetra o mais rápido possível. É ele quem irá acompanhar de perto seu pré-natal e fazer o possível para garantir que você e seu bebê tenham bem-estar durante a gestação.

Como é realizado o diagnóstico?

Geralmente na 24ª semana de gestação, os obstetras costumam solicitar um exame de glicemia em jejum. 

Esse teste também é conhecido como curva glicêmica, e acontece da seguinte maneira: é colhido uma amostra de sangue da mãe em jejum e em seguida a mãe bebe uma solução açucarada. A partir disso, são colhidas de hora em hora novas amostras de sangue para verificar os níveis de açúcar.

Se o resultado for abaixo de 92mg/dL, a gestante não possui diabetes. No entanto, se o resultado for entre 92mg/dL e 126mg/dL, o diagnóstico é positivo para diabete gestacional.

É claro que, quando há histórico familiar ou qualquer outro fator de risco, costuma-se fazer testes desde o primeiro trimestre de gravidez.

Como é o tratamento?

Eu sei que todas essas informações podem assustar, ou mesmo deixar você preocupada. Mas é importante falarmos sobre esse assunto, pois o risco é alto para você e seu bebê.

No entanto, existe sim tratamento para a diabete gestacional. Veja a seguir:

1- Leve uma alimentação controlada

A alimentação é a base para uma boa gestação, e para o controle na diabete ela é essencial. Neste caso, procure uma nutricionista e ela fará o cardápio ideal para você seguir. 

Em geral, recomenda-se que a gestante coma alimentos com baixo índice glicêmico (como frutas com cascas) e reduza a quantidade de açúcar e carboidratos simples.

Ainda, é recomendada a ingestão de grãos integrais, carnes, peixes, oleaginosas, legumes, leite e derivados e sementes.

2- Pratique atividade física

Além de auxiliar no controle de peso, a atividade física tem o objetivo de regular o açúcar no sangue e promover bem estar à mãe.

Algumas mulheres têm medo de realizar diversas ações, com medo de alguns mitos da gravidez. Há muita dúvida sobre a prática de exercícios físicos, no entanto, ela é ótima para várias questões. Avalie com seu obstetra e invista neles o quanto antes!

3- Aplicação de insulina

Às vezes, pode acontecer da alimentação e a prática de exercícios físicos não serem suficientes para controlar a diabete. Neste caso, são indicados medicamentos como a insulina.

Jamais se automedique, todo e qualquer medicamento deve ser indicado pelo seu obstetra!

Como evitar a diabete gestacional

Quando falamos em diabete gestacional, vale lembrar que não é somente durante a gestação que devemos evitá-la. É possível reduzir a probabilidade de desenvolver a doença realizando alguns cuidados antes mesmo de engravidar:

  • Esteja no peso ideal antes de engravidar
  • Alimente-se de forma saudável
    • reduza o consumo do pão branco, açúcar refinado, arroz branco e outros carboidratos
    • prefira vegetais e legumes nas principais refeições
    • opte por alimentos ricos em fibra e com poucas gorduras e calorias
    • coma frutas e grãos integrais
  • Pratique exercícios físicos regulares e moderados
  • Ao engravidar, faça o pré-natal e procure aumentar o peso de maneira lenta e gradual.

 

E então, gostou desse conteúdo? Compartilhe para que outras mamães possam ler e se informar também! A diabete gestacional pode ser controlada, mas é mil vezes melhor evitá-la, não é mesmo? 

Já passou por essa situação? Conte para a gente a sua experiência aqui nos comentários! 

Agora que você já sabe tudo sobre a diabete gestacional, leia também 10 dicas para ter uma gravidez tranquila!

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O que causa soluço no bebê? Veja como prevenir este incômodo https://blog.bililababy.com.br/bebe/o-que-causa-soluco-no-bebe-veja-como-prevenir-este-incomodo/ https://blog.bililababy.com.br/bebe/o-que-causa-soluco-no-bebe-veja-como-prevenir-este-incomodo/#respond Tue, 26 Jan 2021 11:45:56 +0000 https://blog.bililababy.com.br/?p=1963 Soluço é uma coisa bem incômoda, não é? Nesse post, vamos saber o que causa soluço no bebê, como prevenir, como aliviar e quando procurar ajuda. Você já percebeu que os bebês, principalmente os bem novinhos, têm soluço com muita frequência? E você já se perguntou por que dá soluço no bebê?  A causa do […]

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Soluço é uma coisa bem incômoda, não é? Nesse post, vamos saber o que causa soluço no bebê, como prevenir, como aliviar e quando procurar ajuda.

Você já percebeu que os bebês, principalmente os bem novinhos, têm soluço com muita frequência? E você já se perguntou por que dá soluço no bebê? 

A causa do soluço em bebê é algo muito comum, mas não deixa de ser um incômodo! Continue a leitura e saiba o que causa o soluço no bebê, como prevenir, como aliviar e quando procurar ajuda médica.

O que é e o que causa soluço no bebê?

Soluço em bebês é muito normal, especialmente entre os mais novinhos, com menos de um ano. E talvez você não saiba, mas os bebês começam a ter soluço antes mesmo de nascer, quando ainda estão no útero materno, a partir da 9ª semana de gestação.

O soluço, tanto em bebês recém-nascidos quanto em qualquer outra pessoa, acontece devido a contrações do diafragma que ocorrem de forma involuntária. 

O diafragma é um músculo ligado à respiração e localizado logo abaixo do pulmão que, ao se contrair, fecha as cordas vocais, provocando o movimento e aquele som inconfundível do soluço.

Porém, o soluço atinge mais os bebês porque neles os músculos respiratórios ainda não estão maduros e, por isso, são estimulados mais facilmente, provocando a contração involuntária que chamamos de soluço.

O soluço acontece por algumas razões, tais como:

  • engolir ar enquanto mama (e isso acontece quando a pega está errada) ou mastiga algum alimento;
  • mudanças abruptas de temperatura;
  • excesso de euforia.

Como evitar que o bebê tenha soluço?

Colocar o bebê na posição vertical por cerca de 15 minutos, ou até ele arrotar quando ele estiver de estômago cheio, é uma opção. Outras dicas são:

  • ofereça alimentos em pequenas quantidades e com mais frequência;
  • o melhor momento para alimentar o bebê é quando ele ainda não está faminto;
  • também é bom que o bebê esteja relaxado na hora de se alimentar;
  • evite expor o pequeno a mudanças drásticas de temperatura.

Como aliviar o soluço do bebê

O soluço aparece de repente e ver o filho soluçar sem parar é algo um tanto angustiante. É importante salientar que o soluço não dói no bebê e também não causa nada de “anormal”. É mais desconfortável para nós, pais, do que para eles! 

Ainda assim, se você quiser intervir, veja a seguir algumas formas de aliviar o incômodo:

  • manter o bebê em posição inclinada, para que ele arrote mais um pouco;
  • colocá-lo para mamar, seja no peito ou na mamadeira, pois ao sugar o diafragma é estimulado e volta à sua condição normal;
  • ofereça pequenos goles de água ao bebê (se ele tiver mais de 6 meses).

Quando é necessário procurar ajuda médica?

Quase sempre, os episódios de soluço não duram mais do que alguns minutos. Porém, se o seu bebê ficar soluçando por horas, é sinal de que você deve procurar ajuda médica.

Quando o soluço do bebê é muito persistente, procure o pediatra, pois o seu pequeno pode estar com a doença do refluxo gastroesofágico. O DRGE é um problema digestivo que pode causar sintomas desagradáveis como esofagite, perda de peso / ganho de peso não satisfatório e algumas complicações no trato respiratório, por exemplo.

Na consulta com o pediatra, o profissional fará uma avaliação de diversos fatores, tais como a frequência com que ocorrem vômitos, a quantidade de material regurgitado, o histórico clínico do paciente, entre outros.

 

Gostou deste conteúdo? Aproveite para conferir o artigo sobre a manobra de engasgo Heimlich

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Depressão pós parto: o que é, causas, como prevenir e como tratar https://blog.bililababy.com.br/cuidados-com-a-mamae/depressao-pos-parto/ https://blog.bililababy.com.br/cuidados-com-a-mamae/depressao-pos-parto/#respond Tue, 12 Jan 2021 11:38:59 +0000 https://blog.bililababy.com.br/?p=1959 Estudo aponta que a depressão pós parto afeta 25% das mães brasileiras. Neste post, vamos abordar as causas, os sintomas, saber como prevenir e tratar a doença! Um estudo realizado pela Faculdade Oswaldo Cruz mostra que, no Brasil, 1 a cada 4 mulheres sofrem de depressão pós parto. Em alguns casos, a doença surge no […]

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Estudo aponta que a depressão pós parto afeta 25% das mães brasileiras. Neste post, vamos abordar as causas, os sintomas, saber como prevenir e tratar a doença!

Um estudo realizado pela Faculdade Oswaldo Cruz mostra que, no Brasil, 1 a cada 4 mulheres sofrem de depressão pós parto. Em alguns casos, a doença surge no primeiro mês após o nascimento do bebê e, em outros, até um ano depois.

Em cerca de 50% dos casos, os sintomas da depressão aparecem quando a mulher ainda está grávida. No entanto, eles podem passar despercebidos, muitas vezes até em função do desconhecimento sobre a doença.

Eu preparei este conteúdo justamente para que você saiba quais são as causas e os sintomas da depressão pós parto. Quanto mais conhecimento tivermos, mais fácil fica prevenir e tratar essa patologia, que pode, inclusive, atingir os pais. Acompanhe!

O que é depressão pós-parto?

Até certo ponto, é normal que as mães tenham alterações de humor e até crises de choro nas primeiras semanas após o parto, com sentimentos de tristeza, angústia e desesperança. 

Muitas vezes, isso é apenas o resultado das mudanças hormonais (baby blues) que ocorrem no organismo feminino durante e após a gravidez, somadas a todas as mudanças que o recém-nascido traz para a vida da nova mamãe.

No entanto, quando essas crises se tornam mais permanentes e intensas, é preciso acender o sinal de alerta. Esses sintomas característicos da depressão pós-parto podem, em alguns casos, evoluir para uma psicose pós-parto e até atingir os papais.

Quais são os sintomas da depressão pós parto?

Com uma observação um pouco mais atenta, é possível identificar a depressão pós-parto, que tem alguns sintomas bem típicos. Veja a seguir os mais comuns:

  • Falta de motivação: perda total de interesse por atividades do dia a dia, incluindo os cuidados com o bebê, e até mesmo com relação a atividades que antes eram prazerosas, como ouvir música, ler, cuidar do corpo etc. Este é um dos sintomas mais típicos da depressão pós parto. 
  • Alterações bruscas no apetite: o aumento ou a perda de apetite é bastante comum em quadros de doenças psíquicas. 
  • Insônia: muitas vezes, as mulheres que acabaram de dar à luz sofrem com a falta de sono e têm dificuldade para adormecer até mesmo quando o bebê está dormindo. Isso contribui para que ela se sinta sempre cansada e irritada. 
  • Mudanças de comportamento: há casos em que a mulher com depressão pós parto apresenta alterações comportamentais bruscas, com grandes e repentinas oscilações de humor, podendo apresentar, até mesmo, episódios de alucinação. Isso pode ser perigoso, tanto para ela quanto para o bebê. 
  • Pensamentos suicidas: pensar em morte e em suicídio é um sintoma grave da depressão pós-parto, aumentando o risco da mulher prejudicar a si própria ou ao bebê.

O que causa depressão pós parto?

São diversas as causas que podem desencadear a depressão pós parto. Confira a seguir uma lista de fatores que contribuem para o surgimento da patologia:

Alterações hormonais: depois de dar à luz, os hormônios progesterona e estrogênio, além de outros hormônios produzidos pela tireoide, têm uma queda drástica. 

Essa mudança no organismo da mulher pode resultar em uma sensação de tristeza e fadiga, favorecendo o surgimento da depressão.

Até mesmo as alterações no metabolismo, no sistema imunológico, na pressão arterial e no volume de sangue podem agravar as alterações de humor e o cansaço nessa fase. 

Questões emocionais: a privação de sono combinada com o estresse de situações rotineiras – os cuidados com o recém-nascido, pressões psicológicas e até mesmo o fato da mulher estar se sentindo menos atraente – podem contribuir para o surgimento da depressão pós parto.

No começo deste artigo, eu escrevi que os homens também podem desenvolver depressão pós parto. É isso mesmo! No caso deles, a doença pode surgir devido ao aumento das responsabilidades. A preocupação e ansiedade em garantir uma boa vida para o filho que acaba de chegar e a necessidade de dar um suporte maior à parceira, podem desencadear a doença também nos pais.

Rotina familiar: dificuldades para amamentar, bebê com problemas de saúde ou que chora muito por causa das cólicas – que apesar de muito comuns nos primeiros meses de vida da criança, podem deixar os pais desesperados -, questões financeiras, cuidados e preocupação com os filhos mais velhos, excesso de palpites vindos de familiares e conhecidos e falta de apoio do parceiro, são exemplos de gatilhos para a depressão.

Outros fatores de risco para a depressão pós parto

  • histórico de depressão pós parto anterior;
  • depressão anterior ou durante a gestação;
  • transtorno bipolar;
  • histórico familiar de depressão ou transtorno bipolar;
  • histórico de PMDD (desordem disfórica pré-menstrual), uma forma agravada de tensão pré-menstrual;
  • problemas de relacionamento com o parceiro.

Como prevenir a depressão pós parto?

Algumas atitudes podem evitar o surgimento da depressão pós parto e ajudar você a viver com mais tranquilidade esse período de mudanças que chegam ainda no período de gestação ou junto com o nascimento do bebê. Confira:

Atente-se para o seu histórico: caso você já tenha tido depressão em algum momento da vida ou possui parentes com esse histórico, é importante se prevenir. Ter consciência sobre uma possível predisposição à depressão e consultar um psicólogo para cuidar da sua saúde mental antes ainda do nascimento do bebê, é uma forma de evitar o surgimento da doença no pós parto.

Cuide da sua saúde: ter hábitos de vida saudáveis, com uma alimentação equilibrada e o mais natural possível, beber muita água e procurar descansar sempre que puder aumentam a sensação de bem estar e ajudam a afastar a depressão pós parto.

A prática de atividades físicas antes, durante e após a gestação – com acompanhamento e orientação profissional – também ajuda o organismo a liberar endorfina, conhecida como o “hormônio da felicidade”.  

Não seja tão exigente consigo própria: é normal se esforçar para cuidar bem do bebê, mas vá com calma, não se cobre tanto! Ler e se informar sobre os cuidados com o recém-nascido pode ajudar, mas saiba que as mães podem cometer erros e não há problemas quanto a isso. A maternidade é um aprendizado diário e o mais importante de tudo é a atenção e o amor que você dispensa ao seu pequeno!

Procure ajuda médica

Caso você sinta pelo menos 5 dos sintomas citados neste artigo, incluindo perda de interesse e tristeza, por um período de duas semanas ou mais, é hora de procurar ajuda médica, pois você pode estar com depressão pós parto. Quanto antes iniciar um tratamento, melhor e mais rápida será a sua recuperação.

Prevenir a depressão pós parto, que pode durar meses, é perfeitamente possível. Para isso, é preciso estar atenta aos sinais e sintomas que descrevemos e não hesitar em procurar ajuda profissional.

E o mais importante de tudo: se você apresenta algum desses sintomas ou já tenha confirmado a depressão pós parto, não se sinta envergonhada ou com raiva de si mesma. Esse tipo de doença é muito comum, você não é a única pessoa que passou por isso e também não será a última. 

Tenha em mente, apenas, que procurar ajuda é o melhor que você tem a fazer. Fará bem para você e para o seu bebê! Então jamais, jamais mesmo sinta vergonha de buscar ajuda.

Tenha uma rede de apoio

O puerpério por si só já é bastante difícil e quando somado à depressão, se torna algo extremamente impactante na vida da mãe. Ter alguém que apoia as suas decisões e que está disposta a ajudar é algo importantíssimo!

Tenha no seu convívio pessoas que estão dispostas a te ajudar, a te ouvir, a conversar e a cuidar de você. Reúna pessoas que auxiliem nas tarefas de casa, nos cuidados com o bebê, e principalmente, pessoas que tenham empatia para se colocar no seu lugar.

Tente afastar as pessoas que só criticam e que dizem que você está fazendo algo errado. Esse tipo de comportamento afetará você ainda mais! Afaste-se de pessoas tóxicas neste momento, e traga para perto apenas aquelas que querem o seu bem!

 

Gostou deste conteúdo? Compartilhe com outras mamães nas redes sociais, pois a depressão pós parto é um assunto sério! Como vimos, ela afeta 25% das gestantes no Brasil.

E já que você está aqui, aproveite para ler o artigo sobre cuidados com o recém-nascido.

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O que é a amamentação em tandem e como praticá-la https://blog.bililababy.com.br/amamentacao/o-que-e-a-amamentacao-em-tandem-e-como-pratica-la/ https://blog.bililababy.com.br/amamentacao/o-que-e-a-amamentacao-em-tandem-e-como-pratica-la/#respond Tue, 05 Jan 2021 11:18:47 +0000 https://blog.bililababy.com.br/?p=1925 A amamentação em tandem é quando a mãe amamenta dois ou mais filhos com idades diferentes ao mesmo tempo. Confira o post e fique por dentro desse assunto! Certamente você já ouviu falar de alguém que engravidou enquanto estava amamentando. Amamentar ao mesmo tempo dois filhos (ou mais!) com idades diferentes – a chamada amamentação […]

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A amamentação em tandem é quando a mãe amamenta dois ou mais filhos com idades diferentes ao mesmo tempo. Confira o post e fique por dentro desse assunto!

Certamente você já ouviu falar de alguém que engravidou enquanto estava amamentando. Amamentar ao mesmo tempo dois filhos (ou mais!) com idades diferentes – a chamada amamentação em tandem – pode até parecer algo estranho, mas, na verdade, isso é bem normal, embora não seja tão comum.

Continue a leitura e saiba mais sobre a amamentação em tandem.

Saiba mais sobre a amamentação em tandem

Muitas mães ao descobrirem uma nova gestação se deparam com diversas transformações, tanto fisiológicas como psicológicas. Na maioria dos casos, o desmame do filho mais velho parece ser a melhor opção para tudo, mas, será?

Amamentar dois filhos em idades diferentes é perfeitamente normal, embora não seja uma prática muito comum aqui no Brasil. É por isso que muitas mães têm dúvidas de como funciona a amamentação em tandem, e como ficam as questões de nutrientes, por exemplo.

O bebê nasceu. E agora, de quem será o colostro?

De acordo com a Academia Americana de Pediatria, a mulher pode amamentar os dois filhos após o parto. No entanto, a orientação é para que o recém-nascido mame antes do filho mais velho.

A recomendação é essa porque o novo bebê tem maiores necessidades. Além disso, a criança mais velha pode ingerir outros tipos de alimento.

O filho mais velho pode ser alimentado com o colostro, porém, como a textura e sabor são diferentes, é provável que ele rejeite o leite materno nos primeiros dias depois do parto, voltando a solicitar o peito de novo depois disso.

Por outro lado, é muito importante que o recém-nascido seja amamentado com o colostro, que possui todos os nutrientes indispensáveis para uma nutrição completa do bebê desde as suas primeiras horas de vida.

Mesmo amamentando duas crianças, vou ter leite o suficiente?

O organismo materno consegue produzir a quantidade de leite necessária para alimentar as duas crianças. Mas, a amamentação tandem deve ser comunicada ao pediatra, para certificar-se sobre o desenvolvimento do recém-nascido e saber se ele está ganhando o peso e a altura adequados.

Portanto, a mulher que amamenta durante a gestação e que passa a amamentar as duas crianças após o nascimento do filho mais novo pode ficar tranquila, pois isso não é um problema.

Há casos em que o corpo da mãe não consegue produzir toda a quantidade necessária, tendo que complementar com leite artificial. Quando isso acontece e mesmo assim a mãe pretende continuar amamentando, existem maneiras de oferece o complemento sem que haja confusão de bicos.

Quando possível, a criança deve ser alimentada exclusivamente com leite materno até o seis meses de idade. Após esse período, mesmo com a introdução de outros alimentos na dieta do pequeno, é bastante benéfico que ele continue recebendo o leite materno até os dois anos. 

Amamentação tandem: alimento, atenção e amor

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, além da questão da nutrição e da imunidade que a amamentação envolve, existe ainda o fator psicológico, pois, com a chegada do bebê, pode ser que a criança mais velha passe a se sentir um pouco “carente”.

Isso é muito natural, afinal de contas ela está deixando de ser o centro das atenções. E essa sensação negativa será ainda mais forte se ela não puder mais ser amamentada.

Sendo assim, continuar amamentando o filho mais velho vai contribuir para criar nele emoções positivas com relação à mãe e ao irmãozinho que acabou de chegar. E, além disso, ele aprenderá desde cedo a noção de compartilhamento.

A amamentação em tandem é uma forma da mãe dar atenção aos dois filhos ao mesmo tempo e traz ainda outros benefícios:

  • amamentar duas crianças ao mesmo tempo pode ajudar a aliviar o ingurgitamento nos primeiros dias depois do parto;
  • o aumento da demanda vai aumentar a produção de leite, o que é benéfico para que as duas crianças tenham suprimento suficiente.

Por outro lado, é provável que a mãe se sinta mais cansada, afinal, amamentar duas crianças ao mesmo tempo não é fácil, mas é recompensador. Se este for o seu desejo, mantenha-se firme. Caso necessário, converse com um profissional para lhe orientar as melhores maneiras de fazer a amamentação em tandem. 

Uma consultora de amamentação é ótima para ajustar a pega do bebê recém-nascido, assim como também auxilia na posição das duas crianças na hora da mamada. Converse com seu pediatra para ele dar as melhores orientações nesse momento.

Amamentação em tandem não é regra, assim como também não é obrigatória. Se você não se sente à vontade ou mesmo não deseja fazê-la, respeite seus limites. Mas caso desejar, vá firme e seja muito feliz com sua escolha. 

 

Gostou deste conteúdo? No nosso blog você encontra outros conteúdos interessantes sobre amamentação

E se você está passando por uma situação assim, é fundamental que siga à risca as orientações do seu médico. Assim, você garante o seu bem estar durante a gestação e também a saúde dos seus filhos após o nascimento do bebê.

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Por que você deve investir no berço 3 em 1: conheça todas as vantagens https://blog.bililababy.com.br/quarto-de-bebe/por-que-voce-deve-investir-no-berco-3-em-1-conheca-todas-as-vantagens/ https://blog.bililababy.com.br/quarto-de-bebe/por-que-voce-deve-investir-no-berco-3-em-1-conheca-todas-as-vantagens/#respond Tue, 22 Dec 2020 20:46:25 +0000 https://blog.bililababy.com.br/?p=1935 O berço 3 em 1 é um ótimo investimento para quem deseja ter um móvel funcional, que acompanhe o crescimento da criança e que tenha bom custo-benefício. Leia o post e saiba mais! A funcionalidade na hora de escolher os móveis para o quartinho do bebê tem sido cada vez mais valorizada. Na hora de […]

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O berço 3 em 1 é um ótimo investimento para quem deseja ter um móvel funcional, que acompanhe o crescimento da criança e que tenha bom custo-benefício. Leia o post e saiba mais!

A funcionalidade na hora de escolher os móveis para o quartinho do bebê tem sido cada vez mais valorizada. Na hora de decidir pelo berço ideal não poderia ser diferente! 

Adquirir um produto que será utilizado por vários anos faz com que, hoje, os berços 3 em 1 estejam entre os mais procurados pelas mamães. Por isso, hoje, eu escrevi esse post para você saber mais sobre as vantagens do berço 3 em 1 e quebrar paradigmas!

Por que comprar um berço 3 em 1?

O custo-benefício de um berço 3 em 1 é o principal motivo para o sucesso deste tipo de móvel. Isso porque ele acompanha o crescimento do bebê desde recém-nascido até o final da primeira infância, por volta dos 5/6 anos de idade (dependendo do crescimento da criança).

E não é ótimo quando adquirimos algo que sabemos que vai ser útil por vários anos? É um investimento que compensa bastante! 

Como escolher o berço 3 em 1 ideal para o quarto do bebê?

Na hora de escolher o berço 3 em 1 para o seu bebê, é preciso prestar atenção a alguns detalhes importantes. O acabamento do móvel, por exemplo, é um item importantíssimo. Opte pelos modelos com pintura atóxica, pois tintas comuns podem desencadear alergia no pequeno.

Com relação à durabilidade, os melhores berços são os fabricados em madeira maciça ou MDF, pois são materiais que têm qualidade superior.

E um fator fundamental: assegure-se de que o berço 3 em 1 siga as normas de segurança da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e possua o certificado do Inmetro.

Todos os berços da Bilila Baby são fabricados em madeira maciça ou MDF, têm acabamento com pintura atóxica e possuem todos os certificados de segurança.

Outro detalhe importante é analisar o tamanho do berço em relação ao espaço disponível no quartinho do seu pequeno. Se o quarto for pequeno, não há problema algum! Aliás, os berços 3 em 1 são especiais justamente por serem compactos, aumentando de tamanho somente conforme a necessidade do pequeno.

Que tipo de material é o MDF?

Apesar da sigla MDF aparecer com frequência quando o assunto são móveis, a maioria das pessoas não sabe exatamente o que ela significa e têm dúvidas sobre os cuidados que se deve ter com o material e quais são suas reais vantagens.

A sigla MDF vem de “Medium Density Fiberboard” (placa de fibra de média densidade, em português). Ele é produzido através de um processo de aglutinação de placas, que depois são coladas e fixadas sob pressão para que fique com uma aparência homogênea e com um bom acabamento.

Para higienizar um móvel de MDF, você deve usar somente um pano limpo e macio, com água e sabão neutro. Jamais utilize materiais de limpeza abrasivos, pois isso danifica a peça.

É difícil montar um berço 3 em 1?

Em sua maioria, a dificuldade de montar um berço 3 em 1 é baixa, necessitando apenas de 2 pessoas e um manual de instruções (que está junto na compra). Todas as peças que serão utilizadas para montar o berço (como parafusos e chaves), estão inclusas na compra do berço.

Ou seja, comprar um berço 3 em 1 só traz vantagens! Afinal, com sua montagem simples e a praticidade de adequá-lo no quarto dos pais e futuramente no quartinho do bebê, se torna muito mais vantajoso do que comprar um mini berço, depois o berço e aí a mini-cama conforme o bebê vai crescendo. Concorda comigo?

A praticidade de montagem é tão grande que você não possui desperdícios ou até mesmo perda de dinheiro para ficar comprando novos móveis a cada fase.

Por outro lado, se você é morador da região metropolitana de São Paulo, e adquirir um produto da Bilila Baby, você ganha a montagem do seu móvel, sem pagar um centavo a mais por isso! 

Os berços 3 em 1 possuem bom custo-benefício?

Sem dúvida! Comprar as camas separadamente com certeza sairá um valor muito mais elevado, principalmente se o móvel for feito em uma marcenaria, por exemplo.

O berço 3 em 1 possui a vantagem de ser justamente tudo o que o seu bebê precisa até ter os seus 5 ou 6 anos de idade (dependendo da sua evolução). Isso quer dizer que, nesse período, você não vai precisar se preocupar em comprar um móvel maior, ou então se programar para mandar fazer com antecedência para que fique pronto na data desejada.

Apostar nesse tipo de berço é ter a certeza de um custo-benefício real, contando com a qualidade, o conforto e a segurança que o seu bebê precisa!

Como são os berços 3 em 1 da Bilila Baby?

Os berços 3 em 1 da Bilila Baby são inicialmente usados como mini-berço. Depois, se transformam em um berço padrão americano, com 1,30 m de comprimento por 70 cm de largura e, por fim, em uma linda mini-cama.

Além de versáteis, os berços 3 em 1 da Bilila Baby aliam alta qualidade, durabilidade e beleza. Isso porque são fabricados em madeira maciça ou MDF e têm design moderno, que torna o quarto do bebê ainda mais encantador.

Conheça as opções disponíveis na Bilila Baby

A Bilila Baby tem todos os móveis que você precisa para montar o quartinho do seu bebê. Além disso, a loja também possui acessórios, como tapetes, kits para berço, papéis de parede, bancos, brinquedos e outros produtos incríveis. Sem dúvida, eles vão deixar o canto do seu pequeno lindo e muito aconchegante!

Veja a seguir 4 opções de berços 3 em 1 da Bilila Baby. Difícil vai ser escolher, pois todos são de excelente qualidade e é um mais lindo do que o outro! 

Berço Bo

O berço 3 em 1 Bo também tem um estilo bem moderno e é fabricado em MDF cru e madeira. Com ele, o quartinho do seu bebê vai ficar um charme só! O colchão do berço está incluso no kit.

Berço Evolutivo

O conceito do berço 3 em 1 Evolutivo foi desenvolvido na Europa há muitos anos, justamente com o objetivo de se ter um móvel que acompanha o crescimento do bebê desde o nascimento até a infância. Ele é fabricado em madeira maciça e MDF. Acompanham os rodízios e os colchões para o mini-berço e o berço padrão. 

Berço Bloom

O berço 3 em 1 da linha Bloom, fabricado em madeira maciça e MDF, tem um design bem moderno, com as bordas arredondadas, que dão ao móvel um toque a mais de aconchego. Acompanham os colchões para berço e mini-berço!

Berço Joy

O berço 3 em 1 Joy é fabricado em madeira maciça e MDF, tem um estilo moderno e divertido, que combina super bem com diversos estilos de decoração. O colchão do berço está incluso no kit.

Por fim, clicando nos links acima, você terá todas as informações sobre cada um dos modelos: materiais de que são feitas as diferentes partes do berço (pés, grades etc.), medidas, itens inclusos, garantia, cores, formas de pagamento e outros detalhes importantes para você planejar direitinho a arrumação do quarto do seu bebê.

 

Confira o nosso eBook Guia do quarto do bebê! Ele é um material completo com todas as etapas para você montar o quartinho dos sonhos para o seu pequeno! Da mesma forma, ele ajudará você a escolher o tema, a decoração, os móveis, os itens indispensáveis e muito mais!

Research conducted by the Chinese Academy of Medical Sciences in Beijing noted that its antioxidant content would regulate bad cholesterol levels in the blood and prevent it from settling in blood vessels. viagra for sale As the Spanish Society of Internal Medicine has pointed out that there is a link between cholesterol and cardiovascular risks, regular consumption of green tea is considered to lower the risk of a heart attack and other cardiovascular health problems.

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Mamadeira de colher: uma alternativa para quem deseja amamentar https://blog.bililababy.com.br/amamentacao/mamadeira-de-colher-uma-alternativa-para-quem-deseja-amamentar/ https://blog.bililababy.com.br/amamentacao/mamadeira-de-colher-uma-alternativa-para-quem-deseja-amamentar/#respond Tue, 08 Dec 2020 11:06:27 +0000 https://blog.bililababy.com.br/?p=1929 Dificuldades em amamentar e o desejo crescente de o bebê não largar o peito da mãe. Saiba como utilizar a mamadeira de colher! O uso de mamadeira é bom ou ruim? Ainda hoje, esse é um assunto controverso, que divide opiniões, pois há médicos que são a favor e outros que são contra.  Já está […]

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Dificuldades em amamentar e o desejo crescente de o bebê não largar o peito da mãe. Saiba como utilizar a mamadeira de colher!

O uso de mamadeira é bom ou ruim? Ainda hoje, esse é um assunto controverso, que divide opiniões, pois há médicos que são a favor e outros que são contra. 

Já está comprovado que o uso constante da mamadeira pode prejudicar a dentição e a fala da criança, além de ocasionar outros problemas, como torná-la um respirador bucal (que não respira pelo nariz). No entanto, há situações em que ela pode ser uma boa aliada para alimentar bebês que, por algum motivo, não podem receber o aleitamento materno.

Ainda assim, se você é do tipo de mãe que quer muito amamentar o seu bebê e que, por algum motivo, precisa complementar o aleitamento do bebê, saiba que existem outros métodos de fazer isso sem ser na mamadeira convencional. Continue a leitura e saiba quais são!

Por que não dar mamadeira ao bebê?

Vamos começar entendendo qual é exatamente a real função da mamadeira. Ela surgiu para ser a substituta do seio materno, ou seja, para alimentar o bebê quando, por algum motivo, ele não pode ser amamentado pela mãe. 

A mamadeira pode se tornar necessária em algumas situações, como quando ocorre a morte materna, a mãe ingere determinado medicamento que contraindica a amamentação ou quando a mãe tentou de tudo para amamentar e não conseguiu por qualquer que seja o motivo. Mães portadoras do HIV também não devem amamentar, pois o vírus pode ser transmitido para o bebê.

O uso da mamadeira também pode ser útil quando a mamãe precisa retornar ao trabalho, ao final da licença-maternidade, por exemplo. Mesmo assim ainda existe a possibilidade dela extrair o seu próprio leite e congelar para que depois seja oferecido ao bebê em outros recipientes, sem ser a mamadeira tradicional. Nesse caso vai depender da disponibilidade da mamãe, pois esse processo demanda mais tempo e às vezes com a rotina agitada, fica difícil ou até mesmo inviável fazer a extração.

O ideal é que a mamadeira tradicional seja usada somente depois que todas as possibilidades de oferecer o peito ao bebê tenham sido esgotadas. 

Uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), datada de 05 de agosto de 2002, determina que fabricantes de mamadeiras, bicos e chupetas informem sobre os problemas ocasionados pelo seu uso. 

Repare que na embalagem dos produtos, aparece o seguinte aviso: “O Ministério da Saúde informa: a criança que mama no peito não necessita de mamadeira, bico ou chupeta. O uso da mamadeira, bico ou chupeta prejudica a amamentação e seu uso prolongado prejudica a dentição e a fala da criança”.

Mamadeira de colher é opção à mamadeira tradicional

Você já conhece a mamadeira de colher? Ela é um recipiente de silicone com uma colher acoplada no lugar onde seria o bico da mamadeira, criada para dar papinhas líquidas e sucos ao bebê, mas que hoje também é usada para oferecer leite materno.

Leite da mamãe na mamadeira de colher

Você já deve saber que a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que a criança seja alimentada exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade, com o complemento de outros alimentos até os dois anos.

Então, se você amamenta o seu bebê e precisa se ausentar de casa por algum motivo, sem que possa levar o pequeno com você, extraia o seu leite manualmente ou com uma bombinha e coloque para congelar em porções. 

Desse modo, quando você não estiver em casa, basta que a pessoa responsável pelos cuidados com o bebê aqueça o leite em banho-maria, e o ofereça à criança com a mamadeira de colher.

E se o seu caso for que você não tem leite o suficiente e precisa complementar com leite artificial, você pode fazer isto também com a mamadeira de colher. Com isso, você evita a confusão de bicos e continua amamentando o seu bebê normalmente.

Confusão de bicos

A vantagem é que, assim, além do bebê continuar recebendo o leite materno, não terá os eventuais problemas causados pelos bicos artificiais das mamadeiras e nem fazer a confusão de bicos. 

A confusão de bico ocorre quando o bebê, ao mamar, morde o seio da mãe e abre pouco a boca, do mesmo jeito que faz quando se alimenta com a mamadeira de bico tradicional.

Usar outro método para alimentar o bebê vai contribuir para que a produção do leite materno continue e prevenir que ocorra o desmame precoce do bebê. Isso acontece porque, em comparação com o peito da mãe, na mamadeira o leite flui com mais facilidade, fazendo com que o pequeno dê preferência a ela.

Além dos prejuízos para o desenvolvimento do bebê, o desmame precoce também diminui o contato entre mãe e filho, que é tão importante para a saúde emocional do pequeno.

Pediatras contrários ao uso da mamadeira tradicional observam que, desde os primeiros momentos, o recém-nascido está apto a sugar líquidos e já consegue beber no copo. De fato, você pode oferecer leite e outros alimentos líquidos ao bebê usando um copinho, mas a mamadeira de colher tem o mesmo efeito e é mais prática de usar.

A curto prazo, a criança que é alimentada com a mamadeira tradicional também tem mais dificuldades para se adaptar aos alimentos sólidos, a partir dos seis meses.

Como usar o copinho

A SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) orienta o uso do copinho da seguinte forma:

  1. acomode o bebê sentado ou semi-sentado em seu colo;
  2. encoste a borda do copinho no lábio inferior do bebê e deixe que o leite materno toque-o lentamente;
  3. o bebê vai fazer movimentos de lambida e vai deglutir o leite.

Observação: tenha bastante paciência e não despeje o leite na boca do bebê, pois assim ele pode se engasgar.

Para alimentá-lo com a mamadeira de colher, o processo é o mesmo.

Gostou do conteúdo e quer saber mais sobre este assunto de amamentação? Nesse artigo trazemos dicas para amamentar sem complicação

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A lactogestação ocorre quando a mulher engravida enquanto está amamentando. Na maioria das vezes isso não significa um problema. Saiba mais!

Você está amamentando o seu bebê e descobriu que está grávida? Em uma situação assim, é muito natural que você fique cheia de dúvidas e com alguns receios. 

Nesse post, vamos falar sobre a amamentação durante a gravidez além de esclarecer outras questões a respeito. Por isso, continue a leitura!

A lactogestação

Muitas mulheres ainda acreditam que amamentar durante a gravidez pode provocar aborto ou um parto prematuro. Essa crença – que não passa de um mito – se deve ao hormônio ocitocina, que é liberado durante a amamentação e que também é essencial para que ocorram as contrações no trabalho de parto.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o perigo de uma perda gestacional ou de um parto prematuro durante a lactogestação só existe se a mulher já possui predisposição ou se a gravidez é de risco. 

Sendo assim, a recomendação da SBP é para que a mulher consulte o obstetra e/ou pediatra para saber se há alguma contraindicação quanto à amamentação durante a gravidez. No geral, não é necessário que a mulher deixe de amamentar quando descobre que está grávida. 

Existem pediatras que são contra a amamentação. Nesses casos, se você tem muita vontade de continuar amamentando, busque por um profissional que seja pró-amamentação. É comum encontrarmos profissionais que têm opiniões divergentes. Procure um médico que siga a linha que você gostaria com o seu filho, nesse momento é melhor ter um profissional que saiba orientar você da melhor forma de acordo com o seu desejo. 

Por que não há risco da oxitocina provocar aborto ou parto prematuro?

A verdade é que a perda do bebê ou o parto prematuro podem acontecer independentemente do fato da grávida estar ou não amamentando o filho mais velho. Assim, em uma gravidez normal, a lactogestação não representa perigo nem para a mãe nem para os filhos. 

A ocitocina liberada durante a amamentação não é capaz de, sozinha, dar início ao trabalho de parto. Além disso, a nova gestação ocorreu com a quantia de oxitocina que já estava no organismo da mulher, o que significa que ele já está adaptado para essa situação.

Outra questão importante é que a quantidade de células presentes no útero e que funcionam como receptores, detectando a presença da ocitocina e causando as contrações, é bem pequena nas primeiras 38 semanas de gestação. 

Só depois deste período é que a quantidade desses receptores começa a aumentar, chegando a 300 vezes mais no início do trabalho de parto. Sendo assim, a gestação fica protegida do risco de um parto prematuro.

Mas, o organismo age de forma inteligente e há, ainda, outros fatores que ajudam a proteger a nova gestação. Por exemplo: o hormônio progesterona presente no corpo da mulher durante a gestação, simplesmente cria um bloqueio, impedindo a conexão entre a ocitocina e os receptores. 

Pode acontecer o desmame precoce do irmão mais velho?

Quando a mulher está amamentando e engravida durante este período, o leite pode variar em diversos aspectos. Os mais comuns, é a alteração do gosto e da produção do leite.

Isso significa que, através dessas alterações, o irmão mais velho pode deixar de mamar naturalmente, porque ele sente as mudanças fisiológicas do leite. Ao mesmo tempo, há possibilidades de que estas mudanças podem não interferir nas mamadas. 

Há casos em que o bebê para de mamar por um período, até que o gosto e a produção sejam normalizadas. Isso geralmente acontece quando o irmão mais novo nasce. Então, sim, pode acontecer que o irmão mais velho desmame por um período, mas volte a solicitar o peito da mãe quando tudo se normalizar.

Mamãe, quando você notar que há diminuição da produção do leite, a ingestão de água e o descanso regular, podem fazer com que a produção aumente ou até volte ao normal.

A lactogestação interfere na produção e distribuição de vitaminas para os dois filhos?

As vitaminas ingeridas pela mãe serão distribuídas por três: mãe, feto e irmão mais velho. Portanto, é importante que a mãe mantenha uma alimentação equilibrada e aumente a ingestão de vitaminas.

O irmão mais velho já possui outra fonte de alimentação, logo, o corpo da mulher entende que a maior necessidade de vitaminas precisa se concentrar nela e no feto. 

Mas caso a mamãe se sinta insegura com essa divisão se alimentando de maneira normal, o simples aumento de ingestão de vitaminas essenciais para ela e para os bebês já é o suficiente para que o corpo entenda e faça o restante do processo.

Ainda assim, se restarem dúvidas sobre qualquer um dos tópicos citados acima, não deixe de conversar com o seu médico!

 

E se gostou deste artigo, compartilhe com seus amigos nas redes sociais! Já que está aqui, eu te indico a leitura dos nossos outros conteúdos sobre amamentação.

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Tipos de brinquedo para bebê de 0 a 12 meses https://blog.bililababy.com.br/bebe/tipos-de-brinquedo-para-bebe-de-0-a-12-meses/ https://blog.bililababy.com.br/bebe/tipos-de-brinquedo-para-bebe-de-0-a-12-meses/#respond Tue, 24 Nov 2020 13:35:43 +0000 https://blog.bililababy.com.br/?p=1848 Brincar é um ótimo recurso para desenvolver o aprendizado dos pequenos. Descubra quais tipos de brinquedo para bebê de 0 a 12 meses são ideais para cada fase! Os brinquedos são ótimos aliados para incentivar o aprendizado do seu pequeno de um modo leve e divertido. Quanto mais o bebê recebe estímulos e interage com […]

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Brincar é um ótimo recurso para desenvolver o aprendizado dos pequenos. Descubra quais tipos de brinquedo para bebê de 0 a 12 meses são ideais para cada fase!

Os brinquedos são ótimos aliados para incentivar o aprendizado do seu pequeno de um modo leve e divertido. Quanto mais o bebê recebe estímulos e interage com o mundo à sua volta, melhor será o seu desenvolvimento. 

Existem brinquedos ideais para cada fase e, justamente por isso, as embalagens indicam a faixa etária à qual eles se destinam. Com o tempo, você vai perceber quais são os brinquedinhos que o bebê prefere.

Além de verificar a faixa etária, jamais dê ao seu filho um brinquedo sem o selo de segurança do Inmetro!

E lembre-se de que os bebês têm seu próprio ritmo de desenvolvimento. Isso significa que você não deve compará-lo a outras crianças. Em caso de dúvidas sobre esta questão, converse com o seu pediatra. 

Agora, confira os tipos de brinquedo para bebê adequados para as diferentes fases de desenvolvimento, desde que ele é recém-nascido até 1 aninho de idade!

Tipos de brinquedo para bebê de acordo com a idade

Bebês de 0 a 4 meses

Nesta etapa inicial da vida do bebê é fundamental que ele receba estímulos sensoriais. É assim que ele começa a conhecer, entender e interagir com as pessoas e o ambiente que o cerca.

Os brinquedos indicados para essa fase são:

  • móbiles coloridos e com música são ideais para começar a estimular o desenvolvimento da visão e da audição do bebê;
  • o tapete de atividades é uma excelente escolha para incentivar o desenvolvimento cognitivo do bebê de uma maneira mais completa. Além da visão, ele também estimula o desenvolvimento do tato;
  • a tendência é que, com o tempo, o pequeno demonstre interesse em pegar os objetos. Então é hora de oferecer os chocalhos. Com esse brinquedinho simples, o bebê começa a compreender os conceitos de causa e efeito, percebendo que ao balançar o chocalho ele emite um determinado som;
  • por volta do terceiro mês, as gengivas podem começar a coçar por conta dos dentinhos que deverão surgir logo mais (geralmente, os dentes surgem por volta do sexto mês, porém, há muitos casos de bebês que iniciam a dentição já por volta do quarto mês). Nesses casos, os mordedores são ótimos! Existem modelos que podem ser colocados na geladeira, deixando-os mais atrativos para a criança e ainda mais funcionais.

Bebês de 5 a 8 meses

Ao atingir o quinto mês, o bebê já pode começar a se sentar sozinho e a treinar a coordenação motora fina. Não leve isso como padrão, cada bebê é único e se desenvolve em seu tempo!

A coordenação motora fina está relacionada a habilidades delicadas, como o manuseio de objetos pequenos. Ofereça a ele brinquedos com tamanhos, formatos e texturas diferentes.

Dessa fase em diante, até ter cerca de um ano e meio, a maneira que os bebês têm de explorar o mundo ao seu redor inclui levar à boca tudo que estiver ao seu alcance, para sentir o gosto e a textura dos objetos.

Portanto, fique atenta à questão da segurança: nunca dê a ele brinquedos com peças pequenas desmontáveis que podem ser engolidas, pois com certeza o bebê vai levá-la à boca.

Nessa fase, ofereça a ele brinquedos como:

  • mordedores, que continuarão sendo úteis, pois a essa altura os dentinhos já estarão aparecendo e esse tipo de objeto alivia muito o incômodo nas gengivas;
  • brinquedos que emitem sons e luzes, para incentivar a interação do bebê com o ambiente ao seu redor;
  • brinquedos que se encaixam nas mãozinhas do bebê, dessa forma ele aprende a passar um objeto de uma mão para outra;
  • blocos de encaixar, enfileirar ou empilhar são ótimos para treinar a coordenação motora fina;
  • fantoches e livrinhos coloridos de pano (ou de plástico, que pode acompanhar o pequeno na hora do banho) são perfeitos para estimular o bebê. Aproveite para acompanhá-lo na brincadeira, mostrando as imagens do livro e lendo para ele;
  • nessa fase, os brinquedos que se movimentam, como bolas e carrinhos, incentivam o bebê a engatinhar.

Bebês de 9 a 12 meses

Ao chegar nessa fase, o bebê já tem uma noção melhor do mundo ao seu redor. Ele está mais esperto e começa a se apoiar nos móveis, ensaiando seus primeiros passinhos.

Cores vibrantes e sons continuam fazendo sucesso com os pequenos. Sua coordenação motora melhora e ele já consegue encaixar as peças de um bloco de montar, por exemplo, demonstrando satisfação quando consegue fazer isso.

Também é importante que você brinque junto com o seu bebê, para que ele tenha um estímulo a mais!

Os brinquedos indicados para essa fase, para melhorar ainda mais a coordenação motora fina do bebê, são:

  • brinquedos de empilhar, montar, encaixar peças ou com botões para apertar;
  • livrinhos coloridos continuam sendo excelentes para atrair a atenção do pequeno e são uma ótima forma de incentivar a leitura desde cedo;
  • brinquedos para incentivar o desenvolvimento físico, que levam o bebê a ficar em pé e andar, são ideais para essa fase. Eles estimulam a coordenação motora grossa (habilidades como pular, subir e descer escadas) e o bebê se torna mais confiante para caminhar;
  • nessa fase, o bebê começa a balbuciar, tentando falar alguma coisa. Por isso, brinquedos que estimulam a linguagem, como um telefoninho que toca música ou uma boneca que fala e emite sons, assim como brinquedos que ensinam cores, formas, números ou letras, são bem propícios;
  • com aproximadamente 1 aninho, o bebê já pode brincar ao ar livre, em balanços ou andadores. Mas, é claro, sempre sob supervisão de um adulto!


Gostou desse conteúdo? Então compartilhe com seus amigos nas redes sociais. Você também pode aproveitar que está aqui para conhecer a linha de brinquedos da Bilila Baby. É um mais fofo que o outro!

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