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O primeiro mês de gravidez: cuidados no início da gestação

Antes mesmo de aparecerem os primeiros sintomas de gravidez, já acontece uma revolução hormonal no organismo da gestante. Saiba mais sobre os cuidados que você deve ter no início da gestação!

Planejada ou não, a gravidez é sempre uma surpresa para toda a família e uma fase única e especial para a gestante. No começo da gestação, a maioria das mulheres ainda não se informou o suficiente com relação às mudanças que vão ocorrer no seu corpo e sobre o desenvolvimento do embrião (o período embrionário se estende do momento da fecundação até a oitava semana de gestação, quando o embrião passa a ser chamado de feto).

Se você está no início da gravidez ou planeja engravidar em breve, continue a leitura e descubra o que acontece com o corpo da mulher no comecinho da gestação, quais os riscos e principais cuidados que você deve ter, quando iniciar o pré-natal, o que acontece com o bebê nestas primeiras semanas e o que fazer para garantir que ele tenha um desenvolvimento sadio.

 

Riscos nas primeiras semanas de gestação

Mesmo quando a mulher ainda nem desconfia que está grávida, uma revolução hormonal já está acontecendo no seu organismo, com a queda na produção de alguns hormônios e a fabricação de outros, específicos do período gestacional. A placenta inicia sua formação e começam a se desenvolver os principais órgãos do bebê. 

Fique  atenta: os três primeiros meses de gravidez são considerados os mais delicados! Nesse período existe uma maior probabilidade de abortos espontâneos e malformações causadas por doenças e deficiências nutricionais da mãe.

 

Principais cuidados que a mãe deve ter no início da gravidez

Todos sabem que, durante a gravidez, a mulher precisa modificar alguns hábitos. Veja a seguir, os principais cuidados que você deve ter nas primeiras semanas de gestação:

  • Realizar exames e consultas pré-natal conforme orientação médica;
  • Jamais se automedicar e ingerir somente a medicação indicada pelo obstetra;
  • Evitar fumo, bebidas alcoólicas e qualquer outro tipo de droga;
  • Cuidar da alimentação, mantendo uma dieta balanceada e nutritiva;
  • Praticar atividades físicas com moderação, evitando exercícios de grande impacto.

 

Quando iniciar o pré-natal

A gestante deve iniciar o pré-natal logo que descobrir a gravidez. Em seguida, as consultas devem ser feitas uma vez por mês até completar 28 semanas. A partir daí até o fim da 36ª semana, as consultas devem ocorrer de 15 em 15 dias. Ao chegar nesta reta final da gestação, as visitas ao médico podem ser semanais. Dependendo do prolongamento da gestação e do quadro clínico da mulher, poderão até mesmo ser diárias.

Nas consultas do pré-natal são verificados peso, pressão sanguínea, altura do útero (medindo verticalmente a barriga), sinais de inchaço nos pés e nas pernas e os batimentos cardíacos do feto. O obstetra também indica as vacinas que a gestante precisa fazer e observa as mamas, orientando sobre como prepará-las para amamentar o bebê.  

Além disso, durante as consultas, o médico também vai conversar com você e questionar sobre a ocorrência de incômodos que costumam ser comuns na gestação, tais como azia, fraqueza, excesso de saliva, dores abdominais ou nas costas, corrimento vaginal, cólicas, dificuldades para respirar, sangramento das gengivas e cãibras, orientando sobre como proceder para eliminar ou amenizar os sintomas.  

Os exames que a gestante deverá fazer são solicitados pelo obstetra durante as consultas do pré-natal e incluem hemograma completo, ultrassonografia, teste de coombs, glicemia de jejum, exames de fezes e urina, sorologia para toxoplasmose e para rubéola, proteinúria, dosagem de hemoglobina e hematócrito, VDRL para sífilis, exame de HIV e exame para saber o tipo sanguíneo, sistema ABO e o fator Rh, sorologia para citomegalovírus e para hepatite B e C.

 

Como garantir um desenvolvimento sadio para o bebê desde o começo da gravidez

Determinadas carências nutricionais da mãe podem prejudicar o desenvolvimento do bebê, por isso é preciso uma atenção especial para a chamada “desnutrição subclínica”. Mesmo sem apresentar sintomas, a gestante nessa situação tem falta de nutrientes e, em função disso, o seu organismo não consegue suprir as necessidades do bebê em formação. Confira uma lista do que não pode faltar para que você tenha uma gestação saudável:

 

  • Ácido fólico: previne a ocorrência de DFTN (uma falha no fechamento do tubo neural do bebê), que pode causar graves problemas, como espinha bífida ou anencefalia; 
  • Vitaminas do complexo B: são indispensáveis para o desenvolvimento cerebral e neurológico do bebê;
  • Cálcio: assegura boa formação óssea e regula os hormônios do bebê. A falta de cálcio provoca anemia, pode gerar bebês com baixo peso e causar infecções ou hemorragias na hora do parto;
  • Ferro e zinco: ajuda na formação de células e assegura o crescimento normal do feto. Nos primeiros três meses de gestação previne o cretinismo, causador de retardo mental no bebê. Porém, deve ser consumido com moderação, de acordo com orientação médica.
  • Fibras: estimula o funcionamento intestinal da gestante.

 

Cuidando da sua alimentação e seguindo à risca as orientações médicas, você garantirá uma gestação saudável para você e para o seu bebê!

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