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7 perguntas para se fazer no seu primeiro pré-natal

São inúmeras dúvidas que surgem após a descoberta de uma gravidez, principalmente se for uma mãe de primeira viagem. Para que tudo ocorra bem durante a gestação tanto com a mãe como com o bebê, a primeira coisa a se fazer é iniciar o pré-natal. Além disso, o médico obstetra é a pessoa ideal para sanar os questionamentos. Por isso é importante que você encontre um profissional de confiança e que você se sinta à vontade para questionar qualquer dúvida no seu primeiro pré-natal, por mais boba que pareça. 

Existem alguns questionamentos que são comuns entre as gestantes e desde o primeiro contato com o seu médico até o momento do parto, é ideal que elas sejam sanadas. Para te auxiliar nessa tarefa e você não esquecer de perguntar nada ao seu obstetra, separamos algumas perguntas que são importantes fazer no seu pré-natal.

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A importância da consulta pré-natal

Mais que um atendimento, o pré-natal é importante para assegurar a saúde do bebê e da mãe, avaliar a evolução da gravidez, bem como acompanhar o desenvolvimento do bebê. É também no pré-natal e através de exames que é possível encontrar qualquer anormalidade que porventura possa surgir com a mãe ou com o bebê durante a gestação.

Além das análises e avaliações, é no pré-natal que são sanadas dúvidas acerca de toda a gestação e também sobre o parto. Por isso, seguir à risca o pré-natal é tão importante.

7 perguntas para fazer no seu primeiro pré-natal

Separamos sete perguntas para você fazer ao seu obstetra durante o pré-natal para você ter uma gestação tranquila e sem dúvidas:

1 – É normal sangrar no início da gravidez?

Quase 20% das mulheres sangram no início da gestação, considerado normal desde que seja no período de fixação do embrião no útero, conhecido como nidação. Agora, caso ocorra sangramento em outros períodos da gestação, independentemente da quantidade, é preciso ser investigado.

Em alguns casos, é devido à gestação de risco ou descolamento da placenta, e em outros casos pode ser apenas o colo do útero que fica mais vascularizado. Contudo, é preciso avaliar para saber se está tudo bem com o bebê.

2 – Quando é possível descobrir o sexo do bebê?

Por meios tradicionais, o sexo pode ser descoberto no segundo trimestre, a partir da 18ª semana, através da ultrassonografia. Mas no caso das mamães ansiosas, existe o exame de sangue que verifica a sexagem fetal. Nele, é possível saber se é menino ou menina a partir da 10ª semana de gestação.

3 – Como fazer o cálculo da data do parto?

É simples: a contagem deve ser a partir do último dia de menstruação, considerando que a gravidez tem, geralmente, 280 dias – no caso de uma gestação de 40 semanas. Esse cálculo também é feito para saber em qual semana da gestação a mulher está. Além da idade gestacional a partir da data da última menstruação, o obstetra irá avaliar a idade de acordo com o desenvolvimento do feto. Caso você não saiba quando foi a sua última menstruação, essa data poderá ser considerada. Seu obstetra é a melhor pessoa para definir a data com você!

4 – Quando começo a sentir o bebê se mexer?

Os bebês se mexem na barriga da mãe desde as primeiras semanas, mas seus movimentos só poderão ser sentidos mais pra frente, entre a 18ª e 22ª semana. 

As mamães de segunda ou mais viagens poderão sentir antes, pois já sabem como identificar as sensações quando os movimentos ainda são bem sutis.

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5 – Quantos quilos é normal ganhar na gestação?

Não existe uma quantidade ideal, pois esse ganho pode variar conforme as condições de cada gestante. Entretanto, de maneira geral, a média de ganho de peso deve ficar entre 8 a 12 quilos durante toda a gravidez. Seu médico indicará o ganho de peso mais saudável para o seu caso, fazendo o acompanhamento a cada consulta.

6 – Qual o melhor tipo de parto?

Muitos médicos recomendam que a mãe opte pelo parto normal, considerando os seus inúmeros benefícios, entre eles, a rápida recuperação da mãe e a saúde do bebê. Eles consideram que quando a criança nasce de parto natural, a partir da 40ª semana, é porque estava no seu momento, estando completamente formado e maduro, reduzindo as chances de complicações e internações na UTI neonatal.

Entretanto, existem algumas condições maternas ou fetais que podem impossibilitar o parto vaginal, como acontece em gestações de alto risco. Nesse caso, o obstetra recomendará a cesárea.

Contudo, é preciso sanar quaisquer dúvidas que existam com o obstetra para que em conjunto vocês decidam o que é melhor para você, bem como para o bebê, mas de maneira a considerar suas preferências.

7 – Como saber se estou entrando em trabalho de parto?

Esse é um tema que vale a pena ser bem explorado na consulta, para que a mulher possa se preparar corretamente para o “grande dia”, controlando a ansiedade e evitando idas desnecessárias à maternidade.

O corpo da gestante começa a se preparar para o parto algumas semanas antes do dia do nascimento do bebê e seus sinais podem ser imperceptíveis. Como cada corpo funciona de uma maneira e cada gravidez tem suas peculiaridades, é importante entender bem com seu obstetra tudo que é “normal” e quais são os sinais de atenção.

Alguns dias antes do parto, alguns sinais mais visíveis podem (ou não) aparecer, como dilatação do colo do útero (que pode ser avaliada na consulta), contrações irregulares (pródromos), perda do tampão mucoso, cólicas. 

O principal sinal do trabalho de parto ATIVO é a regularização das contrações. Elas passam a ser mais dolorosas e ritmadas, sendo que a frequência vai aumentando conforme o trabalho de parto avança. 

A hora de ir para o hospital chega quando as contrações estão ocorrendo a cada cinco minutos, ou em caso de rompimento da bolsa. Ainda que as contrações não estejam intensas/ritmadas, a perda do líquido remove uma proteção importante para o bebê, aumentando o risco de infecções.

Em caso de sangramentos no final da gravidez, não perca nenhum minuto, dirija-se ao hospital e entre em contato com sua equipe médica: sangramentos nessa fase são sempre um sinal de alerta. 

Essas são algumas perguntas que devem ser feitas ao médico. Neste artigo comentamos um pouco sobre o que esperar em cada caso, mas é importante refinar as informações com o obstetra de acordo com o seu próprio contexto. Lembre-se: ele é a pessoa ideal para você perguntar qualquer coisa e quem está apto a lhe esclarecer tudo sobre a sua gravidez. Além disso, apesar das semelhanças, cada gestação é única e seus cuidados devem ser individualizados.

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