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Toda gravida precisa saber

Toda grávida precisa saber

O que toda grávida precisa saber? A gravidez é uma fase muito especial para a mulher, seja ela mãe de primeira viagem ou se já teve outra gravidez antes. É um mundo cheio de novidades e mudanças que torna a vida da gestante uma montanha-russa de emoções, bem como diversas dúvidas e medos que surgem a partir do descobrimento da gravidez. Contudo, é importante que toda grávida saiba que isto é absolutamente normal. 

Mudanças fazem parte da vida da gestante, assim como da sua família, desde a descoberta da gestação até o nascimento do bebê. Para viver esses nove meses de maneira mais leve, é importante estar bem informada sobre algumas fases e mudanças que ocorrerão nesse período.

Para ajudar as mulheres que estão gestantes ou até mesmo as que estão pensando em engravidar, reunimos algumas coisas que toda grávida precisa saber para ter uma gestação com menos preocupações.

Coisas que toda grávida precisa saber 

É comum que durante a gravidez existam muitas dúvidas, preocupações e medos. Nesse sentido, para ajudar a amenizar os anseios para que a gestação seja tranquila, tanto para você quanto para o bebê, separamos algumas informações que você precisa saber. Veja a seguir:

– O pré-natal precisa ser levado a sério desde o momento da descoberta da gravidez até 40 dias após o nascimento do bebê. O pré-natal consiste em visitas regulares ao médico obstetra, o qual é responsável por garantir a saúde tanto da mãe quanto do bebê, bem como irá sanar qualquer dúvida da mãe.

As visitas ao médico deverão aumentar conforme cada fase da gestação. Assim sendo, até o final do segundo trimestre elas poderão ser mensais; quinzenais a partir do sexto mês e no último mês, semanais.

(Quase) tudo muda nessa fase e toda mulher grávida precisa estar bem ciente disso. Gerar uma vida é ter consciência que suas escolhas e seus hábitos agora não irão interferir somente em você, mas também no seu bebê. Por isso, opte sempre por escolhas saudáveis, sejam elas na alimentação, rotina e cuidados pessoais. 

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– Existem alguns alimentos que não podem ser ingeridos ou precisam ser evitados durante a gravidez e esse é um cuidado que deve ser levado a sério. É necessário evitar totalmente o consumo de bebidas alcoólicas, cafeína, alimentos crus, sobretudo peixes.

O consumo de frutas e legumes são mais que recomendados, porém é preciso garantir que estes estejam bem lavados e livres de qualquer contaminação. Semelhantemente, leites e queijos não pasteurizados também podem fazer mal à gestante. 

Já o excesso de açúcar pode fazer mal não só para a mãe como também para o bebê, pois quando consumido em excesso, a mãe pode ter diabetes gestacional, que pode causar complicações nos rins, hipertensão e dificuldades no parto. Do mesmo modo, o bebê tem maiores chances de desenvolver obesidade e crescimento excessivo.

Praticar exercícios físicos na gravidez faz bem não apenas à mãe, mas também ao bebê. Ele auxilia na liberação de substâncias que geram sensação de bem-estar e podem ser um grande facilitador na hora do parto.

Contudo, a prática de atividades físicas precisa ser autorizada pelo médico. Isso por algumas gestações serem de risco e, desta maneira, pode colocar a vida da mãe e do bebê em perigo.

Por isso, consulte o médico para saber se você pode praticar atividades físicas e quais são recomendadas para cada fase da gravidez.

Dormir de bruços pode, o difícil é conseguir depois de um certo tempo de gestação. Muitas mulheres ficam preocupadas de estarem machucando o bebê ao dormir de bruços, porém isso não acontece. Contudo, conforme a barriga for crescendo, principalmente a partir do 4º mês, acaba ficando desconfortável e quase impossível ficar nessa posição.

No entanto, a posição mais comum acaba sendo de lado. Uma dica é deitar-se para o seu lado preferido como, por exemplo, o direito e esticar a perna esquerda e manter a direita dobrada. É uma das posições mais aderidas pelas grávidas já barrigudas. Nesse sentido também é possível colocar um travesseiro entre as pernas e outro grande para apoiar a barriga, assim ajuda a evitar dores musculares. 

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– O desenvolvimento do bebê é determinado conforme as semanas de gestação. Em cada trimestre acontece a formação de diferentes órgãos, capacidades e sentidos. Essas transformações podem ser acompanhadas por meio do pré-natal e ultrassonografias. 

Uma gestação dura, em média, de 40 a 42 semanas, sendo o primeiro trimestre da 1ª a 13ª semana; segundo semestre da 14ª a 26ª semana – e é neste período que o sexo do bebê pode ser identificado; e o terceiro, e último, trimestre vai da 27ª semana até, geralmente, a 40ª.

Não existe um sinal universal de que o parto está próximo. Contudo, quanto mais próximo ao fim da gestação, maior o bebê fica e o espaço fica, consequentemente, menor. Dessa forma, ele entra na posição de nascimento, que é quando sua cabeça encaixa nos ossos da pélvis. Existem alguns relatos de mães que sentiram o bebê encaixar, mas somente o médico pode confirmar isso.

Quando o bebê fica nessa posição, desconfortos como diarreia e azia são comuns, bem como fortes dores na lombar. Porém, são sintomas comuns no fim da gestação, mas não necessariamente que a mãe esteja entrando em trabalho de parto.

– Para o parto ser normal ou cesárea, muitos fatores precisam ser analisados. Muitas gestantes já possuem um plano de parto, mas, às vezes, circunstâncias externas podem mudar tudo. O parto normal costuma ser mais seguro e de melhor recuperação para a mãe. Já a cesárea tem uma recuperação mais demorada, porém, em alguns casos é o único meio do bebê vir ao mundo.

Independentemente do modo desejado, o importante é que o parto seja seguro tanto para o bebê quanto para a mãe. Por isso, durante a gestação a mãe deve tirar todas as suas dúvidas com o seu médico para estar preparada para o tipo de parto que for preciso realizar.

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